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Nome completo:
Margarida Tavares Peralta Couto dos Santos

Data de nascimento:
7/23/1985

Naturalidade:
Portalegre

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Sou a filha mais nova de três e nasci em Portalegre. A minha família divide-se entre Setúbal e o Porto. Os meus pais, licenciados em Direito no ano de 1975 foram ambos foram militantes do MES. Mais tarde o meu pai esteve no PCP, de onde acabou por sair 10 anos depois. Cresci num ambiente de muita discussão política, de debate, e que sempre o fez da maneira mais livre possível. A política foi portanto uma constante na minha infância e juventude. Por isso mesmo, sempre gostei da controvérsia e talvez por essa característica tenha procurado desempenhar algum papel nos grupos a que fui pertencendo ao longo da minha vida. Actualmente faço parte do Conselho Geral do ISCTE, eleita na lista dos estudantes como representante dos alunos de doutoramento. Aos 18 anos entrei para o Bloco de Esquerda, e se foi em casa que eventualmente desenvolvi as apetências que me levaram à política, foi certamente ao longo dos 10 anos de militância no Bloco que fiz a minha formação política. Mais ou menos em simultâneo entrei para a Associação Fórum Manifesto, onde encontrei o grupo de pessoas com quem tenho vindo a fazer política desde então.

Apresentação da candidatura
Creio que muitas vezes tendemos a escapar à responsabilidade de assumir publicamente aquilo que defendemos. Apesar de a imagem dos deputados em Portugal estar muito mal vista, facto infelizmente compreensível, pessoalmente ainda acredito na sua importância. A Assembleia da República é o lugar onde grande parte da legislação que rege a nossa vida em sociedade é produzida. É neste espaço que se debatem as propostas políticas dos vários partidos políticos, que se percebe quem defende o quê e até onde se está disposto ir em nome de um programa político. É hoje, no entanto, um espaço muito afastado da realidade de quem vive e trabalha neste país, não só pelo facto de haver poucos mecanismos de envolvimento dos cidadãos no debate parlamentar, mas sobretudo pelo conjunto de medidas que têm vindo a ser aprovadas nos últimos anos. A verdade é que ao longo dos últimos 4 anos o governo das direitas parece operar um plano de vingança relativamente às conquistas de abril. Num contexto de crescente pobreza, desemprego e o progressivo desamparo de grande parte da população, parece não haver esperança de que a vida possa melhorar, e todos os dias somos confrontados com prenúncios de mais austeridade. Não tem que ser assim, e não pode continuar a ser assim. Há compromissos mais importantes do que os juros de uma dívida que a maioria de nós não contraiu. Candidato-me pelo Livre/Tempo de Avançar por acreditar que este movimento constitui o instrumento político que faz falta na política portuguesa, quer pela sua orientação política clara, de defesa das pessoas e não das dívidas, disposto a lidar com as consequências dessa proposta, quer pela sua capacidade de agregar forças, pela sua inovadora forma de fazer política quotidianamente e pela sua abertura ao desconhecido, correndo riscos, sem tacticismos, em nome das convergências necessárias para encontrar respostas, não apenas na intenção mas sobretudo na acção, à profunda crise em que o país se encontra.

Áreas de intervenção preferenciais
Ensino superior e ciência, Direitos e justiça

Como pensa interagir com os eleitores?
Através das redes sociais e do email, bem como participando de sessões públicas com os/as eleitores/as, encontros com organizações locais e procurando ter uma presença assídua nos órgãos de comunicação social local e nacional.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Portalegre
Círculo de Lisboa
Círculo da Guarda

No Facebook:
No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Margarida Santos