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Nome completo:
Marco Filipe Vieira Gomes

Data de nascimento:
4/5/1985

Naturalidade:
Angra do Heroísmo

Nacionalidade:
Portugesa

Apresentação pessoal

Nasci em Angra do Heroísmo há 30 anos. Quinze anos depois, rumei a Cabeceiras de Basto. Algumas primaveras passaram e vim parar a Braga, para estudar Ciências da Computação, campo do conhecimento em que me licenciei. Seguiu-se a frequência no Mestrado em Informática, na mesma universidade (Universidade do Minho), tendo realizado um estágio profissional e iniciado os meus trabalhos no (precário) mundo da investigação científica. Finalizado o mestrado, e após uma experiência laboral numa multinacional portuguesa, iniciei o meu doutoramento em Informática na Universidade do Minho. É aí que, desde então, profissional e intelectualmente, dispenso o meu tempo. No plano associativo, fui bombeiro voluntário em Cabeceiras de Basto. Em 2008, integrei, como membro, o grupo fundador do Movimento Cidadania para o Desenvolvimento do Tâmega, que se pautou pela luta contra a construção de barragens no rio Tâmega e afluentes. No mesmo ano e até 2011, exerci as funções de sub-director do jornal regionalista «O Basto». De 2011 a 2013, exerci a função de director no mesmo jornal. Actualmente, presido a direção da Associação para o Desenvolvimento Técnico-Profissional da Região de Basto. Em 2013 tive a primeira experiência política, digamos, «activa» ao ser candidato à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto pelo movimento de cidadãos «Independentes Por Cabeceiras» nas eleições autárquicas de 2013, em que o movimento obteve cerca de 40% dos votos e eleito três vereadores (em sete).

Apresentação da candidatura
Candidato-me às primárias desta candidatura cidadã pois é tempo do cidadão saber deixar de ser a vítima e tornar-se o protagonista. É, pois, Tempo de Avançar! É tempo de nos mobilizarmos, política e civicamente, contra as forças que nos puxam para trás na senda do progresso. Acredito que a candidatura cidadã Livre/Tempo de Avançar apresenta nas próximas eleições legislativas a a coragem política e as linhas programáticas determinantes para transformar Portugal em algo mais livre, igual e solidário. É de uma alternativa governativa, que não tema governar, que necessitamos. Uma alternativa governativa que reafirme Portugal, revalorize as pessoas e potencie a cidadania. Trata-se, portanto, de uma candidatura para enfrentar os desafios da crise política, económica e social que se abateu sobre Portugal. Consequentemente, é uma candidatura que rejeita o discurso, profundamente anti-democrático, do pensamento único do «não há alternativa» à Austeridade, que cria um espartilho sufocante de chantagens políticas e asfixia democrática em oposição directa com a noção de democracia e de soberania popular presente na nossa Constituição. É necessário, assim, rejeitar a «Austeridade» imposta como «remédio», quando esta apenas acentua a «doença». Portanto, é imperativo recuperar Portugal: sarando as feridas sociais e políticas provocadas nos últimos anos e lançando políticas que corrijam a desigualdade económica (causa preponderante da crise que atravessamos), as assimetrias regionais (obstáculo ao desenvolvimento) e que reforcem o Estado Social. Em suma, candidato-me porque sinto que há um dever e uma responsabilidade individual em participar na mudança cidadã em que a Igualdade, o bem-estar, a Liberdade e a Solidariedade sejam os pontos cardiais de uma bússula que guie Portugal e os portugueses para um futuro melhor.

Áreas de intervenção preferenciais
Educação, Ciência, Ensino Superior e Desenvolvimento Local/Regional.

Como pensa interagir com os eleitores?
É de extrema importância a existência de uma articulação directa (de auscultação e prestação de contas) entre o eleito e o eleitor. Esta articulação serve para consolidar e aprofundar a Democracia, promovendo a transparência do funcionamento das instituições parlamentares e governativas. Para tal, pretendo, caso seja escolhido como candidato e eleito, implementar uma estratégia de articulação assente em: 1) no uso das tecnologias de informação e comunicação, para a interacção remota com o eleitor; 2) na promoção do contacto directo com eleitor, promovendo encontros regulares com os eleitores.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Braga.

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Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Marco Gomes