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Nome completo:
Manuela Clara Carmona Juncal

Data de nascimento:
11/14/1949

Naturalidade:
Porto

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Os meus pais eram do PCP, antes do 25 de Abril. Vi o meu Pai ser preso pela PIDE em casa, aos 5 anos. (1955). Fiz parte da Pró-Associação dos Liceus desde os 13 anos (1962) até aos 16 anos (1966). Fiz um ano da Escola Secundária nos EUA, 12º ano (1966/67). Pertenci à Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências (1967/68) e depois à Associação de Estudantes da ESBAP (1968/70). Em 1970/71 integrei uma organização política OCMLP/”O Grito do Povo”. Fundei a estrutura estudantil dessa organização no Porto. Vivi na clandestinidade entre 1971 (Dezembro) até 1974 (Junho), como operária tecedeira no Vale do Ave. Após o 25 de Abril integrei a redacção do jornal “O Grito do Povo”. Deixei a OCMLP em 1976 e acompanhei a maioria dos seus militantes que se integraram no PCP(R). Em 1977 fui eleita para o seu C.C. Fundei, com outras mulheres a UMAR. Deixei o CC do PCP(R) em 1979, para acabar o curso de Arquitectura. E deixei a PCP(R) em 1980. Nunca mais fui militante de nenhum partido. Mas militei em causas (regionalização, despenalização do aborto – IVG, se preferirem). Tenho estado sempre próxima de várias organizações políticas e das suas realizações – PSR, depois BE, frequentemente PS.

Apresentação da candidatura
Desde que a troika entrou em Portugal e desde que as instituições políticas se começaram a degradar, não apenas por incompetência de gestão, mas por profunda incompreensão política do funcionamento do sistema democrático, várias questões se me puseram sobre a legitimidade da minha inactividade política. Surgiam-me dúvidas que queria discutir – a “crise económica” de que os cidadãos foram culpabilizados (por gastarem demais…) é ou não sobretudo uma crise do sistema financeiro? Igual em todo o mundo ocidental. Que se caracteriza por forte especulação dos bancos com “produtos” de “risco” (isto é oferecer dinheiro que não têm nem existe) e por um cerco cada vez maior dessas instituições ( e seus sistemas de empresas fornecedoras, de advogados, até de mídia) aos governos e à classe política em geral. Vejo no Livre/Tempo de avançar algo novo. Tentei o BE, mas cada vez mais o BE se parece com uma área política que eu deixei por conhecer bem demais. O PS não me anima, nem mesmo com António Costa, “O Enigmático”. No entanto vejo com bons olhos uma aliança com o PS, pois não se pode deixar este PSD, cuja origem social-democrata já quase se perdeu, este PSD errático (e politicamente saloio), que chama “liberalismo” a tudo quanto não sabe o que é e que normalmente são atropelos a regras base da democracia. Nestas circunstâncias pareceu-me inadequado ficar de fora só a ver e a dar opinião. Quero participar.

Áreas de intervenção preferenciais
Sendo arquitecta e urbanista, as áreas que conheço melhor são as do ordenamento do território em todas as suas componentes: Administração Pública Planos de ordenamento do território Habitação Reabilitação Urbana Património Arquitectónico Estrutura Ecológica e sustentabilidade.

Como pensa interagir com os eleitores?
Com toda a normalidade e amabilidade, Explicar as nossas intenções e ouvir o que têm a dizer, inclusive as discordâncias. Tentar passar a ideia da dignidade que envolve a política e o serviço público que ela deve representar.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo do Porto

No Facebook: Manuela Clara Carmona Juncal
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Proponentes de: Manuela Juncal