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Nome completo:
Mariana Ribeiro Artur Gago da Silva

Data de nascimento:
6/30/1976

Naturalidade:
Lisboa

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Mariana Gago, 38 anos, psicóloga e mãe de uma filha linda (claro!). Infância e fase adulta em Lisboa com incursão pela Lourinhã, na adolescência. Na Escola Secundária, organizei várias actividades e fiz parte da Comissão de Finalistas. Em 2000, licenciei-me em Psicologia Clínica na Universidade de Lisboa. Na faculdade organizei conferências internacionais e outras actividades formativas e fui secretária do Núcleo de Psicologia Transpessoal da Associação de Estudantes.De 2001 a 2014 trabalhei com crianças e jovens em risco/perigo e suas famílias.Sempre trabalhei em função de uma missão e para quem o apoio de um técnico pode mesmo fazer diferença e ser mobilizador de apoios ou respostas, seja num hospital, numa autarquia, numa ipss ou numa comissão de protecção de crianças e jovens. Em 2011, a música dos Deolinda “Que parva que eu sou” foi a canção-gatilho para participar ativamente na plataforma da manifestação Geração à Rasca de 12 de Março de 2011 e para escrever textos relacionados com o protesto.Juntei-me a um grupo de pessoas que derivou da plataforma. Fundámos o Movimento Gerações.Fizemos reuniões várias.Muitas.Fizemos uma plataforma online e estatutos. Fizemos acções de rua. Perdemos energia na discussão. Apesar de ter soçobrado,um núcleo duro permaneceu e a amizade também.No início de 2015, subscrevi a candidatura Tempo de Avançar. Participo no grupo de Lisboa Ocidental e fui candidata na Lista A para a eleição dos representantes de Lisboa no Movimento.

Apresentação da candidatura
Identifico em mim, nas pessoas da minha geração e de esquerda, uma grande insatisfação com o bipartidarismo, uma profunda indignação com as linhas gerais da austeridade e com a subserviência com os grandes grupos económicos; a frustração com a esquerda incomunicante (já pareço a outra ;), a vontade de avançar, de fazer, de concretizar, que não se atém pelos protestos, que quer o desenvolvimento do país e não quer emigrar. Identifico no Livre/Tempo de Avançar a capacidade de congregar vontades e organizar a participação de pessoas com experiências politicas diversas, à esquerda, de diferentes gerações, com rostos mais ou menos conhecidos do grande público. Identifico algo de novo nesta forma de fazer política e que me dá esperança por se abrir à participação dos cidadãos, resultando numa verdadeira experiência de democracia participativa. Identifico em mim uma preocupação política com o desemprego, com o sub-emprego e com o recuperar o valor do trabalho (sermos remunerados com justiça pelo que fazemos e damos a determinada organização). Foi na minha prática profissional que descobri a psicologia sistémica ou de base ecológica. Nós podemos ser pequeninos, mas temos cada um os nossos círculos de influência. Tal como o seixo que cai na água e faz círculos. Afetamos o nosso meio e ele afeta-nos a nós. Quanto maior for o peso ou intencionalidade a cair na água, mais círculos fazemos. Identifico em mim a vontade e o tempo certo para ter voz e ouvir a dos outros. Urge unir esforços e peso. Confluir seixos. Criar correntes. Chegar às margens. Quero contribuir para tomadas de decisão política novas, melhor fundamentadas, mais participadas e informadas e avaliadas, nas áreas de intervenção em que tenho experiência e conhecimento. Quero quebrar limites de entendimento e di/con/vergências entre grupos parlamentares e falar dos impactos que têm as decisões na vida dos cidadãos.

Áreas de intervenção preferenciais
As minhas áreas preferenciais de intervenção são: Trabalho, Segurança Social e Justiça Social (protecção social populações mais vulneráveis na doença e no risco/perigo: crianças e jovens, pessoas com deficiência, idosos). Educação, Ensino e Investigação Igualdade de género Sistema de Promoção e Protecção de Crianças e Jovens e Sistema Judicial na área da Família e Menores.

Como pensa interagir com os eleitores?
Fazer acções de rua, mostrar às pessoas o que é candidatura Livre/ Tempo de Avançar, o que tem de diferente e quais as suas propostas. Ir falar com as pessoas, onde elas estão, vivem e se encontram: colectividades locais, eventos culturais ou desportivos em que participem, nas escolas onde estão os filhos, nas universidades onde estão os jovens, nas filas dos transportes colectivos. Informar como podem os emigrantes votar. Quer seja através das redes sociais quer seja por distribuição de folhetos/convites para acções que interessem para a vida das pessoas, mesmo as que estão mais longe ou de alguma forma exluidos da coisa pública, os emigrantes, os idosos, os doentes, imigrantes, os mais pobres. Ouvir os cidadãos, especialistas e técnicos em qualquer área que se façam grupos de trabalho ou comissões parlamentares. Ter página de publicação na plataforma da candidatura ou noutra adequada, do que se está a fazer e do que se pretende fazer, do que se faz e dos resultados que se conseguiram ou não. Desenvolver debates e participação dos cidadãos em fases específicas: definição do orçamento de estado, propostas de lei, etc.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Lisboa

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Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Mariana Gago