foto Elisa Bogalheiro (1)

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Nome completo:
Elisa Pinto Domingos Bogalheiro

Data de nascimento:
10/4/1978

Naturalidade:
Covilhã

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Nasci na Covilhã há 36 anos. Aos 18 fui para Coimbra estudar Línguas e Literaturas Modernas; Inglês e Alemão, quis o destino, e o programa Erasmus, que fosse parar à Alemanha, onde vivi 8 anos. Em Berlim exerci como repórter e produtora numa agência de noticias que fornecia várias televisões na Europa e América Latina. Em 2010 fizemos (o meu companheiro e eu) a conquista das Américas e mudámo-nos de armas e bagagens para o que prometia ser o escape à crise que assolava a velha Europa. No Panamá trabalhei como directora de conteúdos para televisão, e fui guionista e co-realizadora de um documentário sobre Noriega, com o qual ganhámos o Gran Premio Nacional de Periodismo e Mejor Trabajo de Investigación em 2012, e nos garantiu o bilhete de saída do país, mas isso já é uma outra história. De regresso à Europa fizemos a paragem obrigatória para visitar a família, e aquilo que parecia não ser sequer uma possibilidade transformou-se na nossa nova morada. O interior do país apresentava-nos oportunidades por explorar. Fomo-nos instalando e pusemos em práctica um projecto que as grandes metrópoles ainda não nos tinham permitido: fazer Cinema, cultivar uma horta e integrar-nos numa comunidade onde pudéssemos fazer parte de um projecto de mudança. Duas curtas-metragens e alguns pepinos depois, o entusiasmo vai sofrendo altos e baixos e a determinação é por vezes volátil, mas agora transformou-se em teimosia: este país, de Norte a Sul, do Litoral ao Interior, tem de ser para pessoas

Apresentação da candidatura
Quando falar de política se torna incómodo, e o próprio conceito é em si um palavrão dos mais ordinários é sinal que já estivemos demasiado tempo afastados. Quando o país se transforma numa imensa sopa dos pobres deveria ser sinal de que já fomos todos longe demais. Quando todos lavamos as mãos corremos o risco de sujar a consciência. Candidato-me porque antes de mais me identifico com a proposta e as linhas orientadoras do Livre/Tempo de Avançar, mas acima de tudo porque é aqui e agora que podemos e temos o dever de marcar a diferença. Ser bom aluno não nos tem trazido grandes resultados, à exepção da palmadinha amigável que nos vai roubando o pão, os sonhos e o futuro. Considero que nos compete a todos devolver à politica um tom mais cordial, sinónimo de construção colectiva. Neste Western somos todos donzelas em apuros, mas se não corrermos com o xerife corrupto, o ouro vai-se acabar. Nesta história devemos ser o cowboy justiceiro que não parte com o pôr do sol. Nós vamos ficar e vamos deixar de resmungar entre dentes, e passar a articular claramente as nossas propostas e contrinbuindo activamente na construção de um país mais justo, mais coeso e mais funcional. Embora fosse mais cómodo irmos todos viver para Lisboa ou Porto, resulta não ser muito práctico, daí que seja necessário e urgente repensar o país a vários níveis. Precisamos de atenção, de mimo e de oportunidades para o Interior do país. É tempo de avançar a uma velocidade que sirva todo o país.

Áreas de intervenção preferenciais
Construção de propostas de âmbito local Indústrias criativas Politica económica e coesão territorial Igualdade de género Turismo

Como pensa interagir com os eleitores?
As novas tecnologias são fantásticas, mas não são para mim. Serão, com certeza, um recurso extra, mas acho fundamental falar directamente com as pessoas. Penso que será importante organizar momentos e eventos que cheguem à população do distrito.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Castelo Branco

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No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de Elisa Bogalheiro