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Nome completo:
Joaquim Manuel Mealha Costa

Data de nascimento:
2/13/1958

Naturalidade:
Querença – Loulé

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

A vida, tem sido a minha “escola”. Fiz 8 km dia para concluir a 4ª classe. Comigo crescia o medo. Os campos do meu lugar, eram ocupados por companhias de milicianos em exercício antes da mobilização para África.Sobreviviam a ração de combate e a qualquer hora, dia ou noite, troavam os rebentamentos e as rajadas. Eram exercícios próximos do contexto real. Cruzavamo-nos e sussurravam – foge daqui se puderes! A perspectiva era morrer ou ser mutilado em África. Os mais velhos procuravam ir “a salto”, até França. Chegou Abril, tinha 16 anos…Ainda hoje lembro as pessoas que se juntavam para concretizar o necessário: abrir um caminho, recuperar uma fonte, construir a sede de uma colectividade… Havia cooperação e entreajuda! Quem nos roubou esses valores? Trabalhei na construção civil, no nocturno fiz o secundário. Envolvi-me no associativismo – Casa da Cultura, Almargem – em jornais locais, no teatro, fui autarca na A.M. de Loulé. Tirei um curso de Agente de Desenvolvimento. Foi o alargar de perspectivas.Sampaio da Nóvoa, Alberto Melo, Miguel Portas, foram entre outros, orientadores e mestres nessa formação. Fui do PCP, da Politica XXI, do BE. Estive enquanto acreditei nas causas. Transporto amizades, na esperança de nos encontramos para o essencial. Trabalhei no desenvolvimento local, em vários projectos no Algarve. Sou técnico no município de onde sou natural e onde resido. Procuro estimular a participação no colectivo, porque “uma andorinha não faz a primavera”.

Apresentação da candidatura
Vivemos em retrocesso civilizacional. E não é por problemas de dinheiro. Nunca houve tanto! As pessoas morrem no Mediterrâneo. E na Europa alvitra-se afundar os barcos que as podem transportar, como se não estivessem em fuga da guerra e da fome… As pessoas morrem no Indico e a resposta é evitar que possam desembarcar. Não interessa se morrem no barco … Comunidades são ostracizadas e a consequência é a sua captura para alimentar guerras de barbárie impensáveis depois do que foi a II Guerra Mundial e Vietname… Apagaram-se as memórias de há pouco mais de 50 anos? Apesar do avanço tecnológico, exige-se agora às pessoas que trabalhem mais e recebam menos. Vemos tanto por fazer e tanta gente sem trabalho, sem recursos para comer, vestir e calçar… Dizem-nos que temos que competir uns com os outros. E se cooperássemos? Falam-nos da confiança dos mercados financeiros. E com esta “fábula” destruímos os mercados reais, onde se transaccionam os bens e serviços necessários à nossa vida. Tendo o Programa do Tempo de Avançar como referencia a cumprir rigorosamente como processo de restauro da democracia, hoje fortemente amputada por quem executa o contrário do que propôs, temos pela frente o combate à economia especulativa e a revalorização da economia real. ” Só há liberdade a sério quando houver, a paz, o pão, saúde, educação…” – S.Godinho. O direito ao trabalho, à habitação, teem que ser os focos das politicas centradas nas pessoas e na sua dignidade . Recuperar valores e promover da cultura cívica e participativa perante a intoxicação da narrativa liberal sem regras que nos conduziu ao presente. Temos que promover a cooperação. A união faz a força! Num momento em que a liberdade e a democracia estão condicionadas por limitações económicas, um cargo politico só faz sentido, se tiver o propósito de devolver o poder aos cidadãos, capacitando-os para escrutinar quem os representa e estimulando-os a se auto-organizarem para responder ao que importa há vida comum!

Áreas de intervenção preferenciais
Desenvolvimento local e regional, valorização de recursos e saberes, promoção da participação.

Como pensa interagir com os eleitores?
Em interacção tão permanente quanto o possível com os cidadãos da região e do País. De pouco vale um eleito que não ouve, que não constrói com os seus concidadãos as respostas tendentes à satisfação das suas necessidades e que dentro do possível contribuam para concretizar as suas aspirações. Dispor de uma permanente via de contacto com os cidadãos e com eles criar equipas, articular com as suas organizações; divulgar e discutir previamente as propostas, tornando público o que é sonegado ao conhecimento de todos. Utilizando as TIC como uma ferramenta não exclusiva mas importante.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Faro

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No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de Joaquim Costa