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Nome completo:
Luís Miguel Batista de Freitas

Data de nascimento:
1/13/1969

Naturalidade:
Azurém-Guimarães

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Nunca desempenhei nenhum cargo político, apesar de considerar que em inúmeras ocasiões, pratiquei actos de cidadania, que corresponderam a verdadeiras intervenções políticas, quer através das redes sociais – mediante reflexões e opiniões devidamente identificadas sobre os mais variados temas, com particular incidência para a política nacional e os desvarios dos partidos do arco governativo – quer ainda, ao longo do meu percurso profissional, na defesa dos interesses dos profissionais do sector em que estava inserido. A nível associativo, possuo experiência como tesoureiro de uma instituição de cariz religioso, tenho contribuído para a melhoria substancial das condições financeiras dessa mesma instituição. Sempre fui um apaixonado pela defesa dos mais vulneráveis, mais fragilizados e, até, marginalizados, colocando sempre bastante contundência e assertividade nas minhas acções. Casado e pai de dois filhos, possuo como principal “hobby” a escrita, tendo já escrito duas obras literárias no género de ficção ou romance. Considero-me uma pessoa com boa capacidade comunicacional, especialmente no contacto directo com os demais, situação que desenvolvi sobremaneira, quando há uns anos atrás me envolvi publicamente na luta pela presidência de um clube de futebol, considerando que o clube estava a ser gerido de forma ruinosa pelos dirigentes de então.

Apresentação da candidatura
Apresento a minha candidatura aos órgãos políticos do Movimento Tempo de Avançar, fundamentalmente por duas ordens de razão. A primeira tem que ver com o paradigma político que esse instalou em Portugal desde a implantação do regime democrático, há mais de quarenta anos. A segunda ordem de razão assenta na oportunidade, única, que o Movimento Tempo de Avançar concede aos cidadãos que pretendam executar um programa ideológico que vise uma alteração ao actual “status quo” da política em Portugal. Relativamente ao primeiro ponto, compete-me dizer que a alternância partidária no nosso país não tem sido mais do que uma traição ao povo português, pois, as forças políticas que se têm sucedido na governação, ao invés de se colocarem ao serviço do bem comum e dos seus concidadãos, constituem a linha avançada de interesses ocultos, protagonizados pelos poderosos lobbies económicos, que controlam a acção dos partidos de governo, fazendo destes marionetas a seu bel-prazer. Assim sendo, assistimos desde 1974 a uma despudorada e ínvia utilização do erário público, que tem sido direcionado, não para uma maior aproximação entre cidadãos de diferentes classes sociais, mas antes, para um brutal aumento da clivagem entre essas mesmas classes sociais, fruto da captura do poder executivo por parte do poder financeiro. Considero que os três resgates financeiros a que Portugal teve que se submeter ao longo das últimas quatro décadas, foram o resultado de actuações perfeitamente identificadas e lesivas dos cidadãos portugueses, isto é, as potencialidades económicas do país têm estado ao serviço de uma meia-dúzia de privilegiados que são quem na verdade diz aquilo que os partidos devem fazer, assim que assumem as rédeas do poder.

Áreas de intervenção preferenciais
Direitos humanos, justiça social e cidadania.

Como pensa interagir com os eleitores?
Mediante contacto directo, pela realização de sessões de reflexão, palestras, seminários e, ainda, através de um site de interacção com os cidadãos.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Braga.

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No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Luís Freitas