Forum AT 112

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Nome completo:
António Manuel Loja Neves

Data de nascimento:
3/5/1953

Naturalidade:
Monte – Funchal

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Durante a ditadura interveio no movimento estudantil e na resistência anticolonial integrado no Movimento Popular Anti-Colonial (MPAC). Na área da cultura, foi membro activo de cooperativas livreiras como a Devir e a Livrelco, de associações de bairro e em núcleos de cinema e de teatro. Excluído da universidade, foi considerado refractário do exército colonial, assumindo a clandestiniade política. Após o golpe de Estado de 1974, integrou o MRPP e diversas organizações culturais, sendo co-fundador da Federação Portuguesa de Cineclubes e seu representante na Federação Internacional. Licenciado pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Membro dos corpos gerentes da Associação Portuguesa de Realizadores e co-fundador da AporDoc – Associação Portuguesa pelo Documentário, tem integrado direcções de vários festivais internacionais de cinema e participado em múltiplos júris. Comissário em ciclos e mostras em Portugal (Culturgest, Culturporto, etc.), e noutros países europeus, africanos e latino-americanos. Na área da literatura tem sido membro de júris de prémios nacionais e internacionais. Venceu o Prémio de Revelação (Poesia) da A. Portuguesa de Escritores. Participou na gestação do SOS Racismo. Esteve na formação da Política XXI e, no seguimento, na fundação do Bloco de Esquerda, de cuja Mesa Nacional fez parte. Participou no congresso da fundação do Livre. Pertence à Associação Manifesto.

Apresentação da candidatura
A grave situação em que a sociedade portuguesa se encontra, com uma governação empenhada no derrube dos princípios conquistados com a democracia e que visavam uma comunidade livre, digna, mais igualitária e mais moderna, exige da parte dos portugueses uma tomada de posição que não pode deixar de passar por uma vigorosa actividade cidadã, exigente e participativa nos desígnios colectivos. No impasse com que nos confrontamos, e até na regressão sentida em múltiplas vertentes da nossa existência, impõe-se um gesto vigoroso de cerrar fileiras e um esforço de criatividade para responder com ideias novas e com projectos resolutos que reponham num sendeiro acertado os passos com vista ao desenvolvimento e à recuperação dos direitos expoliados recentemente pelos derradeiros governos. Só uma visão inovadora, colectivamente orquestrada, pode trazer ao povo português a oportuniade de uma nova etapa da sua existência, com dignidade para a pessoa humana, sem corrupção, sem mentira, sem oportunismo e clientelismos.

Áreas de intervenção preferenciais
Cultura; Cidadania; Direitos Humanos e Emigração; Liberdade de Imprensa.

Como pensa interagir com os eleitores?
Criando um ciclo de actividades quinzenal – uma espécie de clube político alargado – em que possam ser discutidas as temáticas mais prementes e acertadas as filosofias e as propostas a desenvolver. Essas actividades devem ser organizadas de forma criativa envolvendo os cidadãos na sua programação. Devem ser não apenas de debate teórico mas perspectivadas para que na sua actuação possam desempenhar um papel procriativo, sendo, à sua escala, o labotatório de processos a serem implementados em maior dimensão. Deve ser uma estrutura motivadora e formadora para uma nova atitude cidadã e para a intervenção social dos participantes. Criação de um gabinete nacional para os direitos de cidadania, interactivo, com um corpo orgnizador que inclua advogados e passe a agir como vanguarda que providencie a responsabilização judicial de transgressores enquanto corruptos, traficantes de influências, figuras públicas mentirosas, ladões de banca, etc.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo do Porto
Círculo da Madeira
Círculo de Aveiro

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Proponentes de António Loja Neves