Fografia

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Nome completo:

Virgílio Manuel Morais de Matos

Data de nascimento:
4/25/1965

Naturalidade:
Vila Flor

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Gostava de o ouvir tocar viola. Até que um dia o levaram. A PIDE, segredava-se. Os maus, gritava eu. Quando o voltei a ver não tinha unhas. Entreguei-lhe a viola. Entoou a “Grândola”. Aprendi a voar! Que nunca falte céu à liberdade. Vila Flor. Trás-os-Montes. Casa na árvore, esconderijo em arbustos, mergulhos no rio, pacto com a Natureza. Chaves. A adolescência. Perto de mim, a emigração destruía famílias. Vidas ganhas fora e perdidas dentro. Um país à espera de regressos, ainda hoje. O campo roubava crianças à escola. Outras morriam por falta de cuidados médicos. Fronteiras naturais, as únicas que conheci. Existiam para ser vencidas. Saltava duas pedras num riacho e comprava caramelos em Espanha. Abria-se o mundo. Era chegado o momento de partir. Veio a Universidade. Física no Porto e Jornalismo em Coimbra. Depois o primeiro emprego, numa empresa de audiovisual. “À mão de semear” atravesso o país e o desperdício Cavaquista. Desde 1992 estou no quadro da RTP-Porto, na Direcção de Informação. Integro a Subcomissão de Trabalhadores, onde tenho defendido um serviço público de proximidade na Rádio e na Televisão. Faço parte da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores das Telecomunicações. O LIVRE trouxe-me para a política activa. Participei na Comissão Instaladora e fui eleito, no Congresso Fundador, para a Assembleia. Estou no Grupo de Coordenação Local no Porto. Tenho aprendido imenso, a experiência já valeria só por isso. Mas continuo a querer mudar Portugal E vou fazê-lo!

Apresentação da candidatura
No mundo que combato morro No mundo por que luto nasço (Mia Couto) Combato a selvagem máquina neoliberal que destrói o valor do trabalho, esvazia tudo o que é público e alimenta a usura. Luto por uma melhor democracia que crie novas formas de participação cívica. A auto-exclusão alicerça-se na ausência de esperança e espelha faces mascaradas de ditadura. Temos que criar obreiros do próprio futuro. Combato a pobreza sobretudo na sua forma mais vil, a infantil. Cabo das tormentas que urge transformar em boa esperança. Enquanto não vencermos a barreira das desigualdades nenhum desenvolvimento será sustentável. Nesse sentido é premente, também, rever a proporcionalidade da tributação fazendo-a incidir mais sobre o capital e menos sobre o rendimento. Luto por uma Europa solidária com o BCE e o BEI actuantes na promoção de emprego. A “criação de dinheiro” tem que ser vocacionada para investimentos públicos qualitativos: nas energias verdes, na investigação científica (nomeadamente na nanotecnologia e na impressão 3D) e numa economia cultural de escala europeia. A separação entre banca comercial e banca de investimento exige passos mais firmes. O endividamento privado tem que passar por reestruturações sérias que devolvam a vida às pessoas e deixem respirar as empresas. Combato a precariedade laboral e vou defender a contratação colectiva. A política de salários baixos tem vistas curtas. Os aumentos salariais são virtuosos se forem progressivos e de “baixo para cima”. Os idosos merecem dignidade e menos abuso. O Ensino precisa de uma profunda reforma curricular e de maior proximidade com o mercado de trabalho. Na Saúde os cuidados primários terão que aumentar e ser articulados em rede com os hospitais. À Justiça impõe-se que funcione com celeridade e competência. Os tribunais precisam de ajustar procedimentos e modernizarem-se. Candidato-me porque não acredito na inevitabilidade vazia e batoteira de uma ordem caduca. Candidato-me pelo direito ao sonho!

Áreas de intervenção preferenciais
Tem que se libertar a Democracia da condicionante partidária e chamar mais pessoas à intervenção cívica. Nesse contexto, pretendo focar-me nos Direitos Humanos, Desenvolvimento e Democracia. As minhas preocupações vão centrar-se, também,nas políticas de inclusão social, com especial atenção aos abusos nos apoios a idosos e na pobreza infantil— aqui entram as Liberdades e Garantias e os Assuntos Económicos e Sociais. Procurarei defender um Serviço Público de proximidade no âmbito da Ética e Comunicação Social, bem como objectivos de concorrência sã e igualdade no acesso.

Como pensa interagir com os eleitores?
A casa da democracia tem que abrir portas à modernidade. Literalmente, possibilitando que grupos, vindos de escolas ou outras organizações civis, acompanhem passo-a-passo a jornada parlamentar e através das novas ferramentas de escrutínio e participação, como uma página do grupo parlamentar, uma app que fomente a interactividade, tertúlias semanais pelo país, reuniões com associações e autarquias e uma apresentação mensal multi-plataforma da actividade desenvolvida e da agenda futura. Para além disso, procurarei manter um diálogo permanente com todas as forças políticas e auscultar regularmente os órgãos internos.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo do Porto

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Proponentes de Virgí­lio Matos