Paulo Velez Muacho (1)

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Nome completo:Paulo Jorge Velez Muacho

Data de nascimento:
7/14/1990

Naturalidade:
Campo Maior

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Sou natural da vila alentejana de Campo Maior. Vivo há 15 anos no Seixal e tenho 24. Licenciei-me em Direito pela UL e completei o mestrado em Direito Administrativo na UCP. Em 2011 fiz o meu semestre Erasmus em Estrasburgo. Atualmente estou a terminar o estágio de advocacia da OA e trabalho em Lisboa. Sou da geração que não conheceu outro regime que o democrático. Sou da geração que dizem ser a melhor formada das últimas décadas, com mais conhecimentos, mais oportunidades. Sou da geração Erasmus, que nasceu tão europeia quanto portuguesa. E, ainda assim, sou da geração que tem que enfrentar 30% de desemprego, emigração em massa, exclusão social e política. A vontade de ser parte ativa no processo democrático fez-me iniciar este caminho. Encontrei no LIVRE um projeto inovador e um partido diferente, onde tenho participado ativamente desde Novembro de 2013. Sou atualmente membro da Assembleia do LIVRE e do Grupo de Coordenação Local do distrito de Setúbal, bem como membro do Conselho do TEMPO DE AVANÇAR. Os motivos que me fizeram entrar no LIVRE são os motivos que me fazem acreditar na importância do movimento TEMPO DE AVANÇAR e da candidatura cidadã: a abertura séria, responsável e transparente à participação cidadã; a importância dada à participação dos jovens, sem infantilização ou doutrinação em juventudes partidárias; a vontade de construir entendimentos à esquerda, sem dogmatismos e tacticismos, com o foco em soluções concretas para a vida de todos e de cada um de nós.

Apresentação da candidatura
Portugal e a Europa estão numa encruzilhada. Ninguém, enquanto cidadão, se pode furtar a ter intervenção, a ter participação. É este o motivo por que apresento a minha candidatura. Quero participar na mudança da política em Portugal, essencial para uma mudança de política. A prioridade deve ser o lançamento de um debate nacional, inclusivo e consequente na ação governativa sobre o modelo económico que queremos para o país. Um modelo assente em salários baixos, precariedade e exploração tanto de trabalhadores como de recursos naturais e ecológicos já demonstrou não trazer prosperidade e acarretar custos incomportáveis para a sociedade como um todo. Em segundo lugar, devemos trabalhar na regeneração da democracia. Os novos partidos são já uma lufada de ar fresco, mas é necessário mais. A abertura e transparência devem ser centrais na tomada de decisões, seja no governo ou no parlamento. O modelo representativo não está esgotado, mas está decididamente posto em causa. Os cidadãos devem ser escutados e informados das decisões tomadas e a ação de qualquer eleito para cargos públicos devem ser transparente. Mais do que trabalhador, consumidor ou empresário, cada cidadão deve hoje ser político e participar ativamente na escolha do rumo para o país. Para esta participação, a educação é fundamental e deve ser pensada uma reforma do sistema de ensino que prepare para a cidadania e não (apenas) para o mercado de trabalho. Sem conhecimento não há interesse e sem interesse não há participação. Por fim, a justiça, que para além de cega, está hoje de mãos atadas. É importante reconhecer que, para que o sistema judicial funcione, é necessário estabilidade legislativa, mas é urgente promover a reaproximação da justiça às populações, fortemente reduzida com a reforma das comarcas aprovada pelo atual governo. Mais importante ainda é dar os meios necessários à justiça para funcionar de forma rápida e competente, aumentando os recursos humanos e financeiros.

Áreas de intervenção preferenciais
Direitos e liberdades; Justiça; Democracia e reforma do sistema político; Participação dos jovens e políticas de juventude;

Como pensa interagir com os eleitores?
Mais importante que o “como” deve ser o “com que frequência”. E esta deve ser frequente, ouvindo propostas e críticas aos projetos e propostas de lei de maior relevância, explicando e expondo os motivos das tomadas de decisões. Os “como” são hoje em dia diversificados e abertos. Redes sociais e internet são um ótimo meio. Reuniões públicas e abertas e audições cidadãs, não descurando assim o contacto pessoal e direto. A abertura de canais de comunicação, sem intermediários, entre o deputado eleito e os cidadãos deverá ser uma prioridade.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Setúbal
Círculo de Lisboa

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No Twitter: https://twitter.com/PVelezMuacho
Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Paulo Velez Muacho