Virginiahenriquescalado

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Nome completo:
Virgínia Maria dos Santos Henriques Calado

Data de nascimento:
10/7/1965

Naturalidade:
Covilhã

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Sou de muitos lugares. Vivi na Covilhã, em Lisboa, Braga, onde resido há muitos anos, e Trás-os-Montes. Vivo agora entre Braga e Lisboa. Sem filiação partidária, a minha participação activa na política, resulta, como para muitos de nós, da profunda inquietação com os tempos que vivemos. Participei nas eleições autárquicas, em Braga (2013), pela «Cidadania em Movimento». Integrei a Comissão Política deste movimento e as listas de candidatos à Assembleia Municipal e à Junta de Freguesia de S.Victor. Cheguei à Candidatura Cidadã Livre/Tempo de Avançar através de sessão pública dinamizada pela Fórum Manifesto, em Lisboa. Subscritora, desde o início, desta candidatura, faço parte da lista dos representantes do Círculo Eleitoral de Braga e da Comissão Coordenadora local do movimento. Licenciei-me em Antropologia Social no ISCTE e doutorei-me em Ciências Sociais na Universidade de Lisboa. Em termos profissionais tenho dedicado a minha vida ao ensino e investigação. Leccionei no ensino superior durante 15 anos e sou actualmente investigadora, em regime de pós-doutoramento, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A minha principal área de investigação são os estudos sociais sobre alimentação, área em que tenho vários trabalhos publicados. Desempenhei cargos de direcção e coordenação no Ensino Superior. Candidato-me pelo Livre/Tempo de Avançar por acreditar na importância de uma candidatura com participação livre e aberta, inovadora no quadro político português.

Apresentação da candidatura
Temos democracia mas sentimos que pouco decidimos sobre os rumos da governação. Temos direitos sociais, mas bastas vezes nos falta energia para os exercer. Podemos participar, mas tiram-nos tempo e recursos. Temos liberdade de imprensa, mas sentimos que seleccionam o que nos dão a saber, tirando espaço ao contraditório e a novas formas de olhar a realidade social, económica e política. Falam-nos do valor da meritocracia, mas silenciam que há lugares e famílias que favorecem o sucesso sem mérito. Fazem-nos crer que o mérito resulta do trabalho de cada um e do seu empenho, mas vemos como estranhamente se concentra em certos grupos e meios sociais como se só aí medrasse a inteligência e a capacidade de trabalho. Fazem-nos crer que a condição de cada um é fruto da sua responsabilidade individual, quando essa condição resulta também de contextos sociais específicos, bem como de opções e decisões políticas. Falam-nos do primado da liberdade sobre o da igualdade, mas não nos falam das desiguais condições de partida nem da necessidade de regulação de ímpetos potencialmente predadores, como a maximização do lucro o pode ser. De um lado temos mais tecnologia, libertação de mão-de-obra e produtividade, do outro menos salário, mais desemprego e horas de trabalho. Os que trabalham fazem-no até à exaustão, sem terem com quem repartir o trabalho, sobrando-lhes cada vez menos tempo. Quem manda distrai-se da democracia e distrai os cidadãos da política. Se para muitos «a sua política é o trabalho», este é cada vez mais precário. Aqui e além alindam-nos o país, mas sentimos que pouco podemos desfrutar dele, que é só para inglês e poucos verem. A democracia não permite interrupções, nem distracções. Foi longo o caminho que nos trouxe aqui, não será certamente curto o que temos de percorrer para daqui sair. Tudo depende do que soubermos e conseguirmos fazer. O que fazemos localmente importa. O processo aberto de eleições que esta candidatura nos permite, importa. O voto importa.

Áreas de intervenção preferenciais
Educação. Ensino Superior e Investigação.

Como pensa interagir com os eleitores?
As tecnologias digitais ao nosso dispor facilitam hoje a divulgação e interacção entre eleitos e eleitores. Tal não substitui, porém, a realização de assembleias para consulta aos cidadãos e para apresentação regular do trabalho desenvolvido. A presença nos órgãos de comunicação social e demais lugares de discussão política serão outras formas de tornar pública a actividade desenvolvida. É hoje necessário fazer com que os cidadãos sintam a política como coisa sua e se sintam implicados nos processos que conduzem à tomada de decisões.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Braga.

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Proponentes de Virgínia Henriques Calado