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Nome completo:
Nuno Manuel Mendes da Cruz David

Data de nascimento:
4/29/1970

Naturalidade:
Coimbra

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Nasci e estudei em Coimbra. Sou pai de uma menina. Vivo em Lisboa, onde trabalho como professor universitário nas áreas de Tecnologias de Informação, Ética e Responsabilidade Profissional, domínios que leciono no ISCTE, onde participo na política educativa da instituição, como membro eleito dos Conselhos Geral e Científico. Gosto de ensinar, mas entendo que a universidade deve ser um polo de exercício de cidadania, que exige ensinar e aprender, e nunca deixar de estar aberto ao mundo. A ensinar e a aprender, passei por vários países, incluindo Brasil, na Universidade de São Paulo; na Universidade Nacional de Timor-Leste, a ensinar em português nos anos conturbados após a independência; em Moçambique; e alguns países europeus. Fui militante do PS até 2014. Aí estive na fundação da Corrente de Opinião Socialista e apoiei a candidatura dos Cidadãos por Lisboa à CML. Sou membro do Congresso Democrático das Alternativas e do conselho geral da associação Fórum Manifesto. No LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR, co-representei no secretariado o grupo de trabalho Democracia para a organização da convenção cidadã TEMPO DE AVANÇAR, responsável pela proposta do regulamento de primárias destas eleições, dos princípios orgânicos da candidatura e do regimento da convenção. Sou um entusiasta desta candidatura, da sua forma participada e aberta à sociedade para construir um programa político. Acredito estar em condições de defender as suas orientações políticas e programáticas e, por isso, candidato-me.

Apresentação da candidatura
Vivemos tempos de urgência. Capturados por uma doutrina austeritária, apoiada pelo pior governo em funções desde o 25 de Abril, que desinveste nos jovens e nos nossos filhos, desincentiva a natalidade, eleva impostos de rendimentos sobre o trabalho em detrimento dos de capital, limita o acesso aos cuidados de saúde e à educação, agrava as desigualdades. Tempos que concorrem com uma crise não menos importante, de desconfiança nas instituições, em paralelo com a captura do Estado por interesses privados, e o desinteresse dos cidadãos pelos mecanismos democráticos de representação política. É tempo de agir e inovar. Não é admissível apostar no desenvolvimento de uma sociedade através da mera maximização do desempenho económico das pessoas, em detrimento do seu bem-estar, autonomia e criatividade – da sua felicidade. Candidato-me pois entendo que a candidatura cidadã LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR apresenta uma proposta responsável – construída coletivamente – e decisiva para alterar a forma e o conteúdo das políticas em Portugal. É tempo de apostar na transparência e recusar a opacidade, de revalorizar a noção de bem público fortalecendo as funções sociais do Estado, de renovar os processos democráticos apostando no acesso à informação e na governabilidade participativa dos cidadãos. É premente construir novas formas de compromissos em Portugal e na Europa, optando pelo crescimento da economia e não pela sua degradação; apostando no emprego, e não na precariedade; investindo na educação, ciência e cultura; na coesão entre os portugueses e não no aumento da polarização social. É por isso tempo de avançarmos juntos, com novas formas de organização política, indo além da fórmula convencional dos partidos políticos, recentrando prioridades na ética e interesse público. Estamos – e estou por isso, aqui, como candidato – num movimento de natureza pluri-organizacional, construído de baixo para cima, no qual participei desde início, com o qual me comprometo na defesa do seu programa.

Áreas de intervenção preferenciais
Educação; ciência e ensino superior; direitos, liberdades e garantias; democracia e reforma do sistema político; políticas para as tecnologias da informação.

Como pensa interagir com os eleitores?
Partilhamos uma candidatura que inovou na organização e na forma de escolher os seus candidatos a deputados através de eleições primárias abertas. Os deputados eleitos pela candidatura Cidadã LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR não poderão deixar de fazer o mesmo enquanto grupo parlamentar, inovando na forma de prestação de contas e de interação com os eleitores-cidadãos. Face à minha área académica e profissional conheço as potencialidades das tecnologias para a comunicação com os eleitores. Sei também, contudo, que é um erro considerar as tecnologias suficientes para os processos de representação democrática, de informação e de apoio aos eleitores-cidadãos. As tecnologias, em geral, as redes sociais ou os novos media não dispensam a presença próxima dos eleitores – os olhos nos olhos – a disponibilidade que um candidato ou deputado deve impor a si próprio para acompanhar e sentir as aspirações e problemas dos eleitores-cidadãos. Atuarei em duas perspetivas. Por um lado, na capacidade que as tecnologias promovem em dar conta imediata das opções de voto de um deputado, da sua fundamentação e dos seus projetos. Por outro lado, em encontros periódicos bimensais com os eleitores-cidadãos, distribuídos pelo círculo eleitoral de Lisboa, alternados com debates trimestrais abertos à participação e intervenção do público, e com a participação de outros deputados/ do mesmo ou de outra representação parlamentar.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Lisboa

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Site pessoal ou blog: http://eticapsicotropica.wordpress.com

Proponentes de: Nuno David