MEmília Costa

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Nome completo:
Maria Emília Lima Costa

Data de nascimento:
6/18/1949

Naturalidade:
Loulé

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Algarvia, natural de Loulé, onde vivi até aos 17 anos, de que guardo feliz memória. Tenho 3 filhos, 2 gémeos e um adotivo. Vivi cerca de 28 anos em Tavira. Vivo atualmente em Faro. Estudei Eng química. Fiz Mestrado e Doutoramento na Universidade do Algarve na área da Biotecnologia. Professora e investigadora na UAlg. Fui presidente do Conselho Diretivo de uma das Faculdades. instalei cursos e mestrados, sendo os mais emblemáticos Eng Biotecnológica, Licenciatura e Mestrado em Arquitetura Paisagista. A participação na política teve o seu período iniciático para mim, quando integrei o movimento estudantil universitário que se opunha ao regime ditatorial fascista. Tomei a 1ª decisão de sair do país, quando em 72 a polícia invadiu o Técnico, por ser irrespirável a repressão e a censura que se vivia. Estava na Holanda quando se deu o 25 de Abril, que nos trouxe a esperança de democracia e liberdade. Regressei ao país e participei em Lisboa no verão de todas as lutas, reivindicando melhores condições de vida e de habitação para tod@s. Delegada sindical na escola Secundária de Tavira, integrando a Direção do SPZS numa lista unitária. Integrei a campanha presidencial do Otelo Saraiva de Carvalho, fiz parte da Comissão de Honra no Algarve, da candidatura a presidente de Jorge Sampaio. Em 1999, fui candidata pelo Bloco de Esquerda à Câmara de Tavira. Considero que o exercício da política é uma atividade nobre da vida democrática para ser realizada para o bem-estar de tod@s.

Apresentação da candidatura
A situação dos portugueses, particularmente, os mais desfavorecidos, estão em situação de pobreza, agravada durante os anos de austeridade. Em Portugal uma em cada cinco pessoas é pobre, o que aponta para 2 milhões de portugueses (INE, 2014). Faro é uma das cidades do país onde mais tem crescido o número de pessoas carenciadas. O Serviço Nacional de Saúde permitiu a democratização do acesso à saúde, mas tem sido delapidado pelo atual governo, favorecendo o setor privado. No Hospital de Faro, apesar do esfoço e dedicação dos profissionais que ali trabalham, os doentes permanecem em macas nos corredores da urgência, por falta de recursos. A Escola Pública necessita de políticas educativas que formem cidadãos autónomos, com conhecimentos e capacidade crítica. O “eduquês” de Nuno Crato, não vislumbra mais do que uma escola, em que as crianças e jovens são compelidas a memorizar. Os professores vivem sob pressão por causa dos exames e as crianças são silenciadas no seu fundamental, de aprender com o lúdico e criatividade. Na Ciência, área em que trabalho, nos últimos 3 anos, regrediu-se nos níveis de financiamento e de emprego científico, sendo a taxa de aprovação de projetos de I&D diminuta, não tendo ultrapassado os 10% no último ano. Na gestão sustentável do território, ambiente e energias, o Algarve aparece fragilizado por assimetrias entre o litoral, barrocal e serra e o ordenamento do território não tem sido considerado prioritário. A escassez da água e da pluviosidade no Algarve urge um plano de gestão das bacias hidrográficas, mas este governo extinguiu as ARH. Iniciou-se a exploração do petróleo na costa algarvia sem estudos de impacto ambiental. O incentivo ao uso da energia renovável e de combustível de 2ª geração, que compete com a energia fóssil tem sido desvalorizado. Cito algumas razões porque me candidato, para numa lógica de auscultação pública e de intervenção/ação contribuir com a minha experiência, para afirmar a Candidatura Cidadã na região.

Áreas de intervenção preferenciais
Igualdade de Oportunidades/ Igualdade entre géneros / Co-adoção OGMs e Principio da Precaução Ambiente e sustentabilidade energética/ Tecnologia e Ciência Desenvolvimento tecnológico regional e I&D Educação e Ciência

Como pensa interagir com os eleitores?
Discussão aberta de um “possível” orçamento participativo no âmbito da região que balize as necessidades dos mais carenciados, dos desempregados e do emprego sazonal e precário, para encontrar medidas adequadas. Auscultação pública periódica e/ou temática para ouvir opiniões críticas e propostas de intervenção quer das PMEs que geram riqueza na região e têm encerrado por falta de liquidez quer com os agentes do comercio tradicionales culturais e associativos. O Livre/ Tempo de Avançar tem a responsabilidade de promover políticas de proximidade e usá-las para elaborar políticas de tod@s para tod@s e com tod@s !

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Faro

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Proponentes de: Maria Emília Costa