Hugo Pinto

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Nome completo:
Hugo Sérgio Almeida Guedes Pinto

Data de nascimento:
7/29/1974

Naturalidade:
Porto

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Vivi toda a minha vida na Europa, e a Europa tem muitos significados para mim: os racionais, relacionados com a absoluta necessidade da sua construção se queremos um futuro melhor para os europeus; e os passionais, mais profundos, mais viscerais, que tanto me fazem apreciar este canto do mundo e valorizar tudo o que os seus diferentes povos têm em comum (desvalorizando o que os separa, que é tantas vezes acessório ou artificial). A Europa é também uma realidade para mim, que vivi os últimos 15 anos fora de Portugal – primeiro no Luxemburgo, agora na Bélgica – por força da minha profissão: sou funcionário do Parlamento Europeu, com funções maioritariamente informáticas e linguísticas não obstante ter estudado Economia na Universidade do Porto. A minha experiência profissional, de qualquer forma, passa também pelo jornalismo, uma área nobre e tão massacrada que tem hoje em dia conotações negativas. Mas a imprensa não deve ser propaganda, mesmo que isso hoje em dia seja difícil de afirmar; a imprensa exerce uma fulcral função de controlo das nossas sociedades, nas nossas democracias, e há que a desdomesticar. Por coincidência ou não, sou também um apaixonado da fotografia e restantes artes visuais.

Apresentação da candidatura
Ao aparecer, o LIVRE trouxe-me esperança. Estava desencantado, tornara-me sarcástico, sentia que o panorama desolador da política europeia e, muito especialmente, da portuguesa só procurava alimentar a apatia, a minha e a dos meus concidadãos. Nunca tinha pertencido a um partido político, em parte por prezar muito a capacidade de pensar pela minha própria cabeça, e em parte por não existir um partido que ocupasse a área ideológica onde me insiro: de esquerda, equitativo, europeísta, ecológico, progressista, e também aberto e acolhedor. O LIVRE primeiro, e agora a candidatura Tempo de Avançar, cometeram a proeza de preencher todos estes requisitos. É um projecto formidável, verdadeiro, necessário, uma causa justa na qual acredito e para a qual quero contribuir em tudo o que puder. Grosso modo, o mundo em que vivemos está nas mãos erradas, em mãos perigosas que estão a tornar as nossas sociedades decadentes, arrastando simultaneamente o planeta para a destruição. Temos alguma capacidade de alterar este rumo, mas a tarefa é titânica, e inicia-se precisamente aqui – é no campo político, e nomeadamente a nível nacional, que se desenrolam os primeiros capítulos de tudo aquilo que é necessário melhorar. Desde logo, o mais premente é acabar com as histórias de embalar meninos da “austeridade redentora” que estão a condenar Portugal, e a Europa, a uma década perdida – ou pior, porque na verdade estamos em regressão acelerada. Quero uma resolução da dívida – primeiro uma auditoria à mesma, para sabermos as suas origens e credores; depois, uma parte da dívida deverá ser esquecida, outra parte renegociada, outra parte paga. Quero um relançamento da economia, ler as melhores páginas dos livros da organização socioeconómica escandinava, optar por um novo “New Deal” e um paradigma que não esteja focado no “mais crescimento e mais consumo”, mas sim no fazer melhor, mais eficiente e destruindo menos. Tudo o resto, ecologia, cultura, ciência, saúde, educação, são áreas interligadas.

Áreas de intervenção preferenciais
Economia Europa Media Cultura Geopolítica

Como pensa interagir com os eleitores?
Gostaria de destacar a importância deste nosso conceito, completamente ao arrepio das formas habituais de fazer política na Europa: “…ouvir as suas opiniões, explicar-lhes as suas decisões e os seus votos…”. Chamar eleitores aos cidadãos neste contexto é até algo redutor; na democracia representativa os deputados são meros representantes dos cidadãos e como tal, idealmente, ao seu serviço. Os cidadãos são “stakeholders” e sou adepto da total abertura e total transparência dos eleitos em relação aos eleitores. Para tal todos os meios são válidos, naturalmente o Twitter e o facebook (ou outras redes sociais mais fiáveis) serão incontornáveis, mas os eventos de proximidade física estabelecem uma confiança mais duradoura e a presença em media mais tradicionais permitem, ainda pelo menos, chegar a mais gente e ser mais explicativos.

Círculos pelos quais concorre:
Circulo da Europa
Círculo do Porto

No Facebook: https://www.facebook.com/hugo.pinto
No Twitter:
Site pessoal ou blog: http://naruadagrandecidade.blogspot.com

Proponentes de Hugo Pinto