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Nome completo:
Ricardo Rodrigues dos Santos

Data de nascimento:
12/23/1980

Naturalidade:
Espanha

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Nascido em Espanha há 34 anos, criado na região transmontana duriense e, mais tarde, “adoptado” pela cidade berço de Guimarães, sou professor contratado, licenciado em Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica e com mestrado em Artes Visuais. Até 2014, nunca me tinha filiado em nenhum partido político, sendo um eterno insatisfeito (mas atento) observador da política instituída em Portugal pelos partidos e dos sucessivos falhanços das suas promessas e das suas políticas. Ao longo dos anos, participei em diversos movimentos e plataformas de professores, tendo-me, igualmente, envolvido activamente em processos democráticos levados à Assembleia da República. Actualmente sou membro do LIVRE, integro o Grupo de Coordenação Local do Núcleo Territorial do Livre em Braga, o Grupo de Coordenação Local da Candidatura Cidadã do Livre/Tempo de Avançar em Braga, o Grupo Temático para a Educação e, mais recentemente, a Comissão de Revisão de Estatutos do Livre. Ingressei no LIVRE principalmente porque anseio uma mudança profunda do actual panorama político português. É com esperança que acredito que o LIVRE possa fazer parte desse momento, abrindo as portas para uma verdadeira democracia plural e participativa, na qual os cidadãos que desistiram do “fazer” política possam melhorar o regime instituído que, no meu entendimento, se tem revelado claramente insuficiente.

Apresentação da candidatura
Ninguém é imune ao sentimento de que Portugal poderia ser hoje mais do que é. Falta algo. Sente-se nas ruas, sente-se nos portugueses. O sonho europeu ficou aquém do esperado e os portugueses anseiam por uma mudança que os aproxime dos outros cidadãos europeus. Aparentemente, o sonho de fazer verdadeiramente parte de um país melhor, mais europeu, com direito ao trabalho e com oportunidades mais igualitárias para todos é idealizado lamentavelmente fora de portas e não dentro delas. Portugal encontra-se hoje dominado por grandes grupos económicos. Os partidos políticos e os “políticos profissionais” (nomeadamente aqueles que constituem o apelidado “arco governativo”) são hoje vistos por muitos cidadãos mais como um problema do que como uma solução. Os portugueses querem soluções e, acima de tudo, transparência no Estado (que é de todos) e a fidelidade daqueles que dizem servir a coisa pública. É necessária transparência na máquina do Estado e aplicação de uma pedagogia que explique o que o Estado é verdadeiramente. Após a crise global, a desigualdade no país (que já era evidente anteriormente) tornou-se insuportável para os mais desprotegidos. Em Portugal, o desemprego e a falta de oportunidades é hoje marcadamente o flagelo de toda uma geração à qual pertenço: muitos encontram-se numa situação de desemprego (por vezes sem quaisquer apoios sociais), ou a “trabalhar” a recibos verdes, ou então com empregos precários, pagos muito abaixo do nosso magro salário mínimo. As pessoas querem soluções. Querem viver num país que lhes dê oportunidades, em que prevaleçam valores de justiça e de coesão social para todos.

Áreas de intervenção preferenciais
Possíveis áreas de intervenção: Educação, Ensino e Cultura; Direitos laborais. Nos últimos anos, no sector da educação, assistiu-se a um investimento desmesurado no betão, acompanhado de um objectivo desinvestimento na educação (o actual governo prevê mesmo que este desinvestimento continue a acentuar-se e que a despesa com educação caia para 4,7% do PIB em 2020), deixando à deriva as expectativas de alunos, pais e professores. É premente recentrar os objectivos e o papel da educação em Portugal, não do ponto de vista da visão de mercado actualmente implementada, mas de uma formação integral dos jovens que os percepcione como pessoas e não como números e que prepare as sucessivas gerações para uma participação activa e democrática na vida colectiva. No que concerne aos direitos laborais e ao direito ao trabalho, as medidas de austeridade impostas aos trabalhadores agravaram (ainda mais) as condições de trabalho em Portugal. O país tem, actualmente, uma taxa de desemprego agravada e sem paralelo, um desemprego mais desprotegido, empregos mal remunerados, com horários desregulados, sem reais perspectivas de estabilidade e eternamente precários, um salário mínimo indigno e vergonhosos falsos recibos verdes. Reflexo de muitas destas situações e de um mercado laboral tão flexibilizado, hoje, mais do que nunca, é necessário resguardar as crianças do facto de cada vez mais assistirem à ausência dos pais. Por último, gostaria de acrescentar que o trabalho parlamentar deve ser, na minha opinião, ainda mais escrutinado e, sobretudo, mais transparente, para que todos os cidadãos portugueses possam conhecer e entender os processos democráticos. Acima dos partidos, a democracia e os cidadãos.

Como pensa interagir com os eleitores?
Incentivando o contacto online regular dos eleitores da região e, de uma forma mais pessoal, dedicando o meu tempo a uma interacção com os mesmos em iniciativas presenciais que possibilitem a auscultação dos cidadãos e das diversas instituições locais, percebendo de perto a realidade, os seus sucessos e os seus constrangimentos, como forma de entender o que é necessário fazer para avançar.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Braga.
Círculo de Vila Real

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Proponentes de Ricardo Rodrigues dos Santos