MiguelSantoseSilva

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Nome completo:
Miguel Nuno Pires Santos e Silva

Data de nascimento:
10/9/1971

Naturalidade:
Lisboa

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Candidato-me sem qualquer experiência política, nunca militei em partidos e considero entediante o alinhamento a uma só voz. Defendo sem reservas o confronto entre ideias e pontos de vista diversos acreditando que só pela exaustão do debate poderão advir as melhores soluções para quaisquer tipos de problemas. Vivemos em Portugal numa estagnação e pobreza políticas alarmantes que, para alguém como eu que cresceu sempre em liberdade, se afiguram hoje como um primeiro vislumbre de um outro tipo de totalitarismo, o de uma inércia totalitária, de um país amorfo, gasto e ligado à máquina. Apenas me chama a esta candidatura não mais do que um dever, um dever cívico, de cidadão, de quem acredita que há tantas alternativas como humanos na Terra e que são os que hoje perecem nas águas da história em busca da terra prometida os heróis do nosso tempo, os que nos dizem agora e já que o mundo mudou, que temos de mudar, que temos de agir.

Apresentação da candidatura
Esta candidatura tem um propósito e uma estrutura simples. Lançar a debate 4 ideias-chave de estruturação do pensamento político, para o nosso país e para o mundo. Ideias claras longe da clássica e exasperante dicotomia esquerda-direita. São 4 peças ideológicas multifacetadas que se encaixam e articulam entre si: desenvolvimento viável e sustentável; direitos e deveres sociais; livre iniciativa e sã concorrência; participação e escrutínio públicos. Com estas 4 peças, sob a cobertura da cooperação internacional em defesa da paz e dos direitos humanos, pretendo construir uma mensagem política forte, que extravase os limites do discurso banalizado e vácuo da dívida e do deficit e a faça convergir para o campo das acções concretas. O desenvolvimento viável e sustentável para garantir a desvinculação das economias da depleção de recursos naturais finitos, como o petróleo e o gás, cujos impactes se afiguram para nós a prazo mas que são, para a maioria da população mundial, um dos principais entraves ao combate à pobreza e à autodeterminação dos povos. Os direitos e deveres sociais como garantia da reciprocidade Estado-cidadãos, em que o primeiro assegura a equidade social, o combate às desigualdades, segurança, justiça, saúde, educação e habitação e os segundos cumprem com as suas obrigações contributivas e deveres cívicos, de intervenção política e de condução da economia. A livre iniciativa e sã concorrência como motor do desenvolvimento porque aí reside o papel mobilizador do indivíduo na busca por soluções novas, dinâmicas e entusiasmantes capazes do aproveitamento de todo o seu potencial, de gerar emprego, riqueza e bem-estar em linha com a sustentabilidade.A participação e escrutínio públicos porque são actos indissociáveis de uma democracia, vistos não meramente como direitos ou adereços do establishment instituído, mas como deveres de todos na resolução dos problemas, onde a regulação do próprio Estado e das suas instituições se afigura como um dos mais prementes.

Áreas de intervenção preferenciais
A minha candidatura pretende ser abrangente, promotora do debate e do confronto de ideias, contra as máximas buzinadas aos sete ventos aos nossos inocentes ouvidos de crentes. Quero deixar bem vincada a urgência da sustentabilidade, da defesa do planeta, da vida enquanto bem maior e universal, do combate global à pobreza e às desigualdades, da denúncia dos atropelos aos direitos humanos, da modificação dos nossos predadores modos de vida ocidentais, da nossa apetência desmedida para o consumo e para o crescimento indiferenciado, fazer da reflexão, da coerência e da participação cidadã as novas bandeiras do desenvolvimento. Especializei-me em políticas territoriais mas a minha maior apetência é a da transmutação de estratégias vagas em propostas e acções concretas e exequíveis.

Como pensa interagir com os eleitores?
Através da participação em debates de ideias, onde sejam discutidas e confrontadas propostas e linhas de intervenção política. Na elaboração de textos e artigos de opinião onde seja latente uma bem vincada atitude crítica.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Lisboa

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Proponentes de: Miguel Santos e Silva