Fernando Magalhães

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Nome completo:

Fernando Magalhães Pereira da Costa

Data de nascimento:
3/13/1952

Naturalidade:
Porto

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Oriundo de uma classe média, escolarizada e suficientemente provida do Porto, onde viveu até aos 45 anos, bebeu desde a adolescência e até ao início da idade adulta dos valores éticos cívicos e sociais inculcados pelo escutismo e pela tradição católica. Viveu no seio estudantil universitário o dealbar do 25 de Abril e participou dos movimentos estudantis de então, sempre com a devida reserva de consciência e distanciamento relativamente a qualquer tentativa de filiação política. Licenciou-se em Arquitectura pela Escola Superior de belas Artes do Porto em 1976.Marcou-o o seu envolvimento com as associações de moradores no âmbito do movimento Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL / Contumil), com o qual marcou o início da sua prática profissional e social. Foi casado durante 30 anos do qual resultaram 2 filhos e 1 filha. Após três anos de docência no ensino secundário, Ingressou em 1977 no Ministério da Administração Interna através dos então recém criados GAT’s (Gabinete de Apoio Técnico Local aos municípios do vale do Ave). Cumpriu o serviço Militar no Serviço de Fortificações de Obras Militares de Coimbra. Transferiu-se para a C.M. de Famalicão e posteriormente para a CM de Valongo no quadro da qual permanece até hoje no envolvimento da causa pública. Foi fundador em 1989 da Empresa CURBA. Arq. e Planeamento na Maia, da qual foi sócio gerente, a qual se extinguiu em 2002. É membro activo da Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi) desde 2012

Apresentação da candidatura
Servir é o termo chave. Servir a comunidade, o país, as pessoas. A candidatura cidadã surge nesse contexto. Surge também da necessidade de habilitar o Livre/Tempo de Avançar a alcandorar-se a outros patamares políticos, e de implantação cidadã a nível nacional, reduzindo à mínima expressão a representatividade dos partidos do designado “arco da governação”, neste momento de emergência que o país vive. Não se revê em léxicos políticos desgastados, frases feitas, frases convenientes e institucionais , discursos de plástico, nem em vãs e vazias declarações de boas intenções às quais ninguém já atribui significado. A governação tem que nascer do exemplo; e este terá que vir de cima, de um respeito contagiante por esse exemplo; menos as palavras e mais os exemplos; será motivador contribuir para recuperar a decência, a ética, a verticalidade de carácter e alguns outros dos valores perdidos da moral social, entre outros o orgulho nacional , consubstanciado em se ser Português ; que não o seja apenas pelo futebol, mas que advenha de um “ser-se”, feito de pertença, de defesa do que é público e comum, de abnegação e desinteresse pessoais e sobretudo de dádiva individual e colectiva a favor do País e das pessoas individual e humanizadamente consideradas..

Áreas de intervenção preferenciais
Dispõe de profundo conhecimento das orgânicas e das dinâmicas internas e externas da Administração Local e Central; de uma longa experiência de fazer concicliações no campo da Gestão Urbanística nos seus 40 anos de carreira e uma clara visão daquilo que deve motivar a Administração. Foi através do constante e ágil diálogo de relacionamento institucional que conduziu as sucessivas intervenções públicas no território ao longo dos anos, factos que conferem ao candidato, uma apreciável capacidade de gerar consensos e negociar soluções, quer no âmbito técnico, quer político. Tem especial propensão analítica e crítica para fazer ponderações de custo / benefício nas escolhas públicas a efectuar, na área do urbanismo e território, da arquitectura, dos espaços públicos e ainda no âmbito rodoviário , bem como da mobilidade e acessibilidade para todos os cidadãos.

Como pensa interagir com os eleitores?
Esta pergunta poderia ser descabida no pós 25 deAbril; hoje emerge de forma pertinente por antítese com aquilo que tem vindo a ser a prática partidária e sobretudo das instituições públicas e privadas, empresas sem rosto, as quais tem vindo paulatinamente a tratar o cidadão de forma menorizada, automatizada e numérica; de forma a desresponsabilizar-se a ela própria e sem se conseguir corrigir, displicente e arrogante, através de formulações impessoais e padronizadas, burocratizadas, a pretexto de falaciosos objectivos de eficácia e qualidade. A prática do candidato será a contrária . Acolher, como alguém pode ambicionar ser acolhido; calorosamente.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo do Porto

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