09410A- D90 - ALNobre 25jul2014

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Nome completo:

Maria Ângela Gomes de Araújo de Lacerda Nobre

Data de nascimento:
7/8/1960

Naturalidade:
Lisboa

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Docente e investigadora da Esce-Ips e Cefi-Ucp, doutorada em Aprendizagem Organizacional (2010), nasci em 1960 e tenho formação transdisciplinar. Acredito no maravilhoso mundo novo que a ciberpolítica pode ajudar a criar, uma sociedade global, inclusiva e diversificada. Professo os valores da revolução francesa, a liberdade, a igualdade e a fraternidade, defendo a semiótica e a psicanálise, e vivo a religião católica como uma construção lenta, aberta ao arquétipo feminino e cuidador, radical e disruptivo. Precisamos de reaprender tudo, a começar por questionarmos o que queremos para Portugal, para o distrito de Setúbal e para o planeta. A ironia, o sentido de humor e a crítica construtiva são boas ferramentas de trabalho nesta construção e Gramsci é um bom modelo de referência para uma cidadania global.

Apresentação da candidatura
A política é o exercício do poder. O poder é o poder de fazer, de concretizar e de agir. A capacidade de ação é individual e coletiva, num jogo contínuo. A dança é jogo e a dança tem arte e tem técnica, tem criação e tem repetição. A política é vida. E a vida é jogo e é dança; é arte e é técnica; é criação e é repetição. Novos mundos exigem novas formas de fazer política. Precisamos de compromissos, de equilibrar polos divergentes, que permitam rasgar horizontes e quebrar fronteiras. Estamos inundados de informação que nos bloqueia e nos adormece os sentidos. Cegos guias de cegos, precisamos de quem nos diga que o rei vai nu. Se a política é algo que se faz, que se concretiza – se a política é o tal poder de fazer – então esse poder cabe-nos a todos. Cada um de nós, cidadão da aldeia global e das aldeias dos nossos bairros (e dos nossos quintais), exerce a sua ação política no quotidiano. É neste quotidiano, é nas vidas concretas que vivemos que temos de concentrar a atenção. A partir daí é possível agir, construir e criar algo de novo, algo que faça a diferença e que abra novas realidades presentes e futuras. A ação política formal e explícita, como o exercício de deputado da Assembleia da República, assim como as assembleias das instituições supranacionais e internacionais, não pode largar nunca o pulso do mundo. A sua ação é privilegiada no sentido em que permite, em concreto, escutar o coração que palpita e o sonho que cria novas visões do mundo. É esta a tarefa que não desliga o cidadão comum do político formal. E a exigência é recíproca. É uma tarefa de sonho e projeto, de pensamento e ação, que potencia a intervenção individual e coletiva. Será este trabalho contínuo aquele que permitirá criar novas realidades futuras. Se vivemos num mundo louco precisamos de uma loucura boa que nos apaixone e mobilize, e nos ponha a andar. Avancemos.

Áreas de intervenção preferenciais
Educação; ciência e tecnologia; economia e concorrência; política regional e internacional.

Como pensa interagir com os eleitores?
Participação em debates e sessões públicas; participação nas redes sociais; participação em pequenos grupos abertos que promovam dinâmicas de interação regular e que atraiam diferentes setores da população; criação de mecanismos de participação política que tenham um impacto no longo prazo; criar novas rotinas que se adequem às novas realidades políticas em que queremos viver.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Setúbal

No Facebook: https://www.facebook.com/angela.lacerdanobre
No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Lista de proponentes de Ângela Lacerda Nobre