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Nome completo:
Eduardo Nuno dos Santos Pires Gravanita

Data de nascimento:
12/17/1965

Naturalidade:
Luanda-Angola

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Tenho 49 anos, sou pai de 3 filhos e tenho vivido no distrito de Setúbal, embora trabalhando sempre na capital. Sou licenciado em Economia pelo ISEG, com especialização em Economia Regional e Urbana e trabalho há 24 anos na Banca, essencialmente em áreas como a auditoria, a análise de risco e avaliação de projectos e a recuperação de crédito. Sou subscritor do TdA e apoiante do Livre, desde a primeira hora. Fui militante da JCP/PCP até 1987 e do PS, a partir de 2002 e até data recente. Fui um activo dirigente associativo no ISEG. Sou socialista, laico e republicano e revejo-me no lema “Socialismo, Liberdade, Europa e Ecologia”. Encontro no L-TdA, o embrião do que pode vir a ser um movimento de massas, que se distinga do que pré-existe ao recusar quer o conformismo e situacionismo, quer o sectarismo e a retórica contra o Poder. Estou firmemente convencido que a afirmação e crescimento do L-TdA poderá facilitar a refundação da esquerda portuguesa, num quadro de definhamento da “social-democracia” e de esgotamento do “bota-abaixismo” político. Decidi tardiamente candidatar-me, dado preferir o trabalho de base, e fi-lo porque – por fim – a candidatura representa o meu compromisso e empenho no projecto; e traduz, também, a minha adesão a uma prática organizativa onde os processos de decisão e eleição se façam da base para o topo que, a vingar e a generalizar-se, permitiria a renovação do sistema político.

Apresentação da candidatura
Portugal é um antigo Estado-Nação, com forte identidade e com um povo generoso, capaz de se exceder quando mobilizado–característica que ajuda a explicar a projecção do país, superior à sua dimensão. Em contraponto, somos ainda um país de atavismos, subserviências e “esquemas”,-que temos de contrariar–e que é fruto duma democracia jovem e duma acelerada transição da ruralidade para a modernidade, a par de défices na escolarização e na consciencialização para a cidadania. Desde 2002, o país caiu na estagnação económica, com esgotamento de um modelo económico que -sujeito à concorrência- soçobrou. A entrada no Euro, o primado da Moeda e das Finanças sobre a Coesão e a Política, agravaram os desequilíbrios e diminuíram as ferramentas, conduzindo à imposição da desvalorização interna. Vivemos, agora, um tempo de emergência que exige a recusa da ofensiva ideológica que conduz ao empobrecimento e desmantelamento do Estado Social e dos direitos sociais, em nome da falaciosa “recuperação” (que acoberta a desvalorização dos activos do país e o enriquecimento de uns tantos). A nossa eficácia depende da capacidade para alargar a plataforma política e forçar a abertura do sistema político à participação cidadã; e, ainda, do acerto da resposta programática que formularmos para problemas como o desemprego e exclusão social, a qualidade do ensino e abandono escolar, o financiamento das funções sociais do Estado, a efectividade da Justiça, a equidade territorial, a salvaguarda do ambiente e património, a promoção da cultura, etc. Num mundo interdependente, teremos, ainda, de pugnar por uma estratégia de actuação na UE apostada na concertação dos países periféricos, para o regresso ao “projecto europeu”; assim como por uma estratégia de afirmação externa, que assente na língua e cultura e vá além da UE. O desafio é o de UNIR À ESQUERDA e encontrar respostas úteis, num mundo em mudança, criando laços de confiança e trazendo a ESPERANÇA e a ALEGRIA de volta à intervenção política!

Áreas de intervenção preferenciais
Tenho especial interesse por matérias como: – a política económica – como voltar a crescer? – a política social – como salvaguardar o Estado Social? – o ordenamento do território – como melhorar a equidade territorial, proteger o ambiente e requalificar o património edificado? – a cultura – como preservar a identidade cultural e linguística e salvaguardar a memória histórica? Debate importante, a fazer fora do Parlamento, será o que vise repensar a intervenção política “à esquerda” – como voltar a ser politicamente relevantes, refazendo a matriz ideológica – pois a esquerda não existe sem um sonho de justiça social -, repensando a actividade sindical e associativa, etc.

Como pensa interagir com os eleitores?
A primeira obrigação de um deputado – mas também de cada um de nós – é a de estar em contacto permanente com os eleitores e de ser dignos da sua confiança; depois, de estudar a realidade, de auscultar populações, municípios, sindicatos, empresas, serviços públicos e organizações, de reflectir (em conjunto e em todos os fóruns) e de procurar, a cada passo, as melhores soluções; e de saber estimular dinâmicas locais, ao mesmo tempo que defendemos activamente (e explicamos) as políticas e propostas que preconizamos e a que nos vinculámos. Tratar-se-á de PENSAR GLOBAL, AGIR LOCAL. A interacção faz-se preferencialmente “in loco”, mas também por todos os canais que a moderna tecnologia nos põe hoje ao dispor (internet, redes sociais, e-mail, tweeter, etc).

Círculos pelos quais concorre:
Cìrculo de Setúbal

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