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Nome completo:

Florbela Martins do Carmo

Data de nascimento:
8/1/1971

Naturalidade:
Lamego

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Nasci em Lamego, no ano de 1971, e apesar de ter crescido numa cidade do interior Norte, numa altura em que a democracia estava a dar os primeiros passos e onde as coisas tardavam a chegar, ou talvez por isso, cedo comecei a interessar-me por política. Foi como dirigente associativa, nos tempos de estudante, que a minha intervenção se tornou mais activa, mas foi apenas com o surgimento do Manifesto para uma Esquerda Livre que me tornei apoiante de um movimento partidário. Sou apoiante do LIVRE desde o início e, em Janeiro deste ano, tornei-me membro efectivo. Vivo nos Açores há 13 anos, onde trabalho como Assistente Administrativa num escritório de advogados. Já fui professora numa escola profissional, durante 3 anos, já dei formação a activos, em contexto real de trabalho e pós laboral, já fui consultora para PMEs e em todas estas actividades deparei-me, e continuo a deparar-me, com situações trágicas, que são o reflexo do gradual desinvestimento na saúde, na educação, na justiça e no Estado Social, agravado nos últimos quatro anos.

Apresentação da candidatura
Apresento a minha candidatura às primárias do LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR por achar que é urgente mudar os actores na política portuguesa, responsáveis pelo estado a que nós chegamos. Olho para estes últimos quatro anos e sinto que Portugal não esteve a ser dirigido por um Governo. Esteve, isso sim, a ser gerido por um Administrador de Insolvência, para quem pouco importa a sobrevivência do devedor; o importante é pagar a dívida e cumprir as exigências dos credores. Já chega de viver num País onde, apenas por uma questão ideológica radical, se massacram os cidadãos com doses massivas de austeridade, culpabilizando-os pela dívida do Estado, quando o que se quer mesmo é salvar o sector financeiro. Já chega de viver num País cujo governo considera que o importante é “cumprir com os compromissos internacionais” e que chama “gorduras do Estado” aquilo que devia ser considerado “investimento para um desenvolvimento sustentado”. Já chega de viver num País que prefere usar os financiamentos para pagar a dívida e salvar os bancos, em vez de usar esse financiamento para investir na educação, na investigação, na saúde e no estado social (as tais “gorduras do estado”) para ter uma população com um nível de vida digno, com maior poder de compra e assim impulsionar a economia, para que possamos, finalmente, vislumbrar o tal “milagre económico”, que tanto se apregoa, mas que ainda ninguém viu, nem sentiu. Apresento a minha candidatura porque acredito que é possível o crescimento da economia sem que seja necessário o Estado desinvestir nos sectores pilares do desenvolvimento – saúde, educação, investigação, justiça. É imperativo renegociar a dívida. É tempo de reverter as últimas alterações à lei laboral, que apenas ajudam a promover o trabalho precário. É tempo de parar com a venda a retalho de Portugal. É tempo de reconquistar a confiança no ensino público e no SNS, que foi sendo lapidada nos últimos anos. É Tempo de Avançar(mos LIVREs).

Áreas de intervenção preferenciais
Educação; Trabalho, protecção e segurança social; Política Externa, Europa e Defesa

Como pensa interagir com os eleitores?
Uma vez que me candidato pelo círculo eleitoral dos Açores, a interacção será maioritariamente por via electrónica, criando um espaço online para publicação do trabalho efectuado no Parlamento e onde possa receber propostas dos eleitores.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo dos Açores

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Proponentes de Florbela Carmo