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Nome completo:

Carolina Neto Henriques

Data de nascimento:
1/27/1990

Naturalidade:
Lisboa

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Desde que me lembro de ir à escola que fui sempre eleita Representante de turma. 5º, 6º, 7º… até ao liceu. Cresci a pensar que era capaz de cultivar o diálogo entre os meus colegas e os meus professores. À medida que me fui tornando adulta, apercebi-me do quão importante é compreender. Compreender o mundo, fazer sentido do que ouvimos, lemos, discutimos. A comunicação leva ao entendimento, evita a violência, e o medo; a informação contextualizada promove a literacia e a Democracia. Desde muito jovem que sou activista da Amnistia Internacional e voluntária da ONU, como tradutora. Mais tarde, licenciei-me em Antropologia e agora, especializo-me em Antropologia Urbana, porque é nas cidades que a maior quantidade de relações e interacções se passam. As cidades contém em si o potencial de agência para a mudança, que tanto precisamos. Agora, como tantos outros da minha idade, vejo-me forçada a viver entre Portugal e outros lugares e portanto contribui para o LIVRE ao recolher assinaturas junto da minha comunidade para que se pudesse formar e a escrever o “Desafio à Diáspora”. Desde então tenho encontrado nesta plataforma as pessoas mais interessantes e empenhadas que tenho conhecido. Sou também gestora de edição de uma revista científica e assistente de investigação em Portugal e certificar-me-ei de que o meu trabalho futuro será útil ao nosso país, que de certo se tornará pioneiro na sua transformação e reinvenção, mais uma vez.

Apresentação da candidatura
A neoliberalização da União Europeia chegou. As opções são muitas. A minha preferida é a desacreditação do sistema que se considera ‘demasiado grande para falhar’. Ele vai falhar. O mundo não tem que se subjugar ao capital. O capital não tem que determinar o nosso acesso aos recursos. Não tem que determinar a minha liberdade, os meus direitos ou a minha qualidade de vida. Existem alternativas. Portugal pode ainda conseguir ter o melhor Estado Social da UE, se quiser. O SNS pode voltar a funcionar. A Segurança Social pode voltar a ter crédito. Nos últimos anos temos assistido a uma tragédia que não passa só pela destruição da rede de segurança que podiamos dar a todos os cidadãos portugueses. Temos assistido à tragédia da ‘desinformação’ relativamente ao que está a acontecer, a um nível generalizado. Há demasiadas opiniões, demasiados dados, demasiados indicadores, demasiadas redes sociais. Precisamos de revolucionar os nossos sistemas, os nossos serviços, para que passem a ser transparentes, democráticos, consistentes. Para que passem a fazer sentido, outra vez. Como eleitores, temos o direito ao acesso à informação sobre quem nos representa, sobre o nosso futuro. Precisamos de quebrar o ciclo de auto-destruição em que entrámos, olhar para os bons exemplos e voltar a olhar ao espelho com orgulho de ser Português. Eu quero ajudar a tornar este cenário uma realidade próxima.

Áreas de intervenção preferenciais
1. Desenvolvimento sustentável e resiliente. Estudo de organizações sociais alternativas aos sistemas vigentes. Experiências de formas de re-distribuição de recursos que não passem exclusivamente pelas leis do mercado; 2. Promoção da igualdade e cidadania. Educação para todos, adaptada aos contextos de cada localidade. Aprendizagem cooperativa ao invés do ensino uni-lateral. Promover a re-organização profunda dos sistemas de comunicação institucional através da criação de ‘laboratórios locais’ onde ideas podem ser estudadas e apresentadas a níveis regionais ou estatais; 3. Total transparência no acesso à informação relativamente à dívida portuguesa. Total transparência no processo de relações com a UE com a promoção de ‘pontos de informação’ onde qualquer cidadão tem o direito de ser informado sobre qualquer questão. Transparência relativamente à utilização dos impostos, para que o sistema tributário se torne novamente digno da confiança dos portugueses. Assim se poderá fazer um caminho até à reconstrução do nosso país.

Como pensa interagir com os eleitores?
Ser político deveria ser visto como um dever. Este dever, para mim, irá incluir a participação em debates ou encontros semanais ou mensais para promover a comunicação directa com os seus eleitores. Através das redes sociais pretendo estar activa, mas também participar em todas as actividades que me forem possíveis e que me aproximem da minha comunidade. Espero que os eleitores saibam como me contactar e farei sempre o meu melhor por responder a comentários construtivos, perguntas, ou pedidos de orientação. Penso que só uma atitude semelhante levará à total clarificação de quaisquer decisões ou opiniões, das duas partes.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo da Europa
Círculo de Lisboa

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No Twitter:
Site pessoal ou blog: https://worldoutsidebox.wordpress.com/

Proponentes de Carolina Neto Henriques