Rui Pereira Matias

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Nome completo:
Rui Manuel Pereira Matias

Data de nascimento:
7/13/1977

Naturalidade:
Lisboa

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Nascido e criado em Lisboa (mas com duas costelas da Beira Alta – Almeida (Guarda)), completei o ensino preparatório e secundário na escola pública, tendo terminado o ensino superior em 2001, com a conclusão da licenciatura em Direito, na Faculdade de Direito da Universidade Lusíada de Lisboa, onde segui especialização, por opção, em ciências jurídico – criminais. Iniciei a minha carreira profissional na área da Fiscalidade com a vinculação à Autoridade Tributária e Aduaneira (antiga Direcção Geral dos Impostos) instituição onde ingressei em 1999, pela base da carreira, como estagiário e após concurso público. Actualmente, exerço funções de Inspector Tributário (após novo concurso e estágio) na área da investigação criminal – fiscal. Sou membro do LIVRE desde 2014, tendo sido esta a minha primeira filiação partidária, apesar de já acompanhar o fenómeno político desde os tempos da universidade (altura em que, por opção e apesar de convite, decidi não iniciar intervenção política, para além daquela exercida pelo voto). Sendo esta a minha primeira filiação partidária é esta, também, a primeira vez (e, talvez, a última e única) que pretendo ter influência directa num (novo) modo de fazer politica, através da Candidatura que agora represento e que, do mesmo modo, a mim me representa.

Apresentação da candidatura
Vivemos uma crise da Democracia que tem a sua génese, quer nas políticas que têm sido seguidas pelos sucessivos governos e partidos tradicionais (ou do arco da governação), quer na ausência do sentimento de representação por parte dos eleitores nos deputados que integram o Parlamento. Esta crise apenas pode ser ultrapassada com novas políticas em conjugação com uma nova forma de fazer política. É minha convicção que a estrutura da candidatura LIVRE/Tempo de Avançar, através de novas ideias e políticas dará solução ao primeiro problema desta equação. De igual modo, é minha convicção que a minha candidatura ao órgão mais representativo da Nação, em conjunto com tantas outras deste Movimento, dará a resposta ao segundo através da transposição para a práxis política de uma nova ideia de “accountability” dos representantes políticos que extravase os meros acto e momento do voto. Para que o flagelo da abstenção (que põe em causa os fundamentos da Democracia Representativa, tanto como a própria corrupção) se esbata, é necessário que os representados se sintam próximos dos representantes. Que sintam que quem se encontra no Parlamento trabalha para si e para os seus concidadãos, mostrem resultados e justifiquem a ausência destes. Deixando a forma e voltando à substância, é necessária uma política fiscal (pela qual teremos de nos bater) que materialize o primado constitucional de redistribuição de riqueza, o que não se verifica nos dias que correm. Do mesmo modo teremos de lutar por uma Justiça que funcione e que como tal seja reconhecida, quer pelo comum do cidadão, quer pelo mundo empresarial, de modo a gerar sentimentos de credibilidade e confiança para que o conforto e investimento não fiquem arredados pelo funcionamento daquela. Por fim, há que restaurar a confiança dos cidadãos na Administração Pública que os serve e que tão demonizada tem sido nos últimos anos, sem prejuízo de uma continuada reforma com vista de eliminação dos problemas que obstam à sua eficiência.

Áreas de intervenção preferenciais
-Justiça (institucional, formal e material), compreendendo esta o estudo das instituições que integram o aparelho judiciário (seus problemas e vicissitudes), os processos legislativos (qualidade das normas elaboradas no seio dos órgãos de soberania) e a substância deste processo (em áreas tão fulcrais como a Fiscalidade, Criminalidade, Lei Eleitoral, Direitos Liberdades e Garantias, etc…). -Fiscalidade, como instrumento soberano, (talvez dos poucos), ainda que internacionalmente condicionado, de política orçamental, de desenvolvimento nacional e de instrumento fulcral da política de redistribuição de riqueza como, aliás, determina a Constituição da República Portuguesa. Especial atenção na vertente do combate à Evasão / Fraude Fiscal e respectiva repercussão no combate à Economia Não Registada (Paralela). -Administração Pública no que concerne à reforma do aparelho que serve o cidadão e se encontra, actualmente, em muitos dos seus organismos, refém dos interesses dominantes (normalmente, económicos) que os utilizam em proveito próprio (v.g. através de fenómenos de corrupção), impossibilitando-os de servirem os eus propósitos.

Como pensa interagir com os eleitores?
A representatividade decorrente do voto consubstancia-se através de estruturas partidárias (com representação parlamentar) que têm estas mesmas estruturas descentralizadas a nível regional e local. É através destas que a LIVRE / Tempo de Avançar, na minha óptica e primordialmente, estabelecer o contacto com os seus representados, numa perspectiva de proximidade e aproximação às populações. Será este um mecanismo de responsabilização dos eleitos, impondo-lhes o contacto directo com os eleitores que lhe atribuem o mandato para a prossecução dos seus interesses. Esta forma, despe os deputados das “vestes protectoras do distanciamento” que tão bem resultam na desresponsabilização dos representantes. Esta concomitantemente com as mais modernas formas de comunicação disponíveis quer a nível das estruturas partidárias, quer a nível das infraestruturas do próprio parlamento e grupos parlamentares

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Lisboa
Círculo da Guarda

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Proponentes de Rui Pereira Matias