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Nome completo:
Renato Miguel Emídio do Carmo

Data de nascimento:
3/9/1971

Naturalidade:
Moçambique

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Sou filho e neto de algarvios e vivi grande parte da minha vida na Margem Sul, concelho de Almada. O meu percurso escolar e académico foi realizado no ensino público, licenciei-me em sociologia e tirei o mestrado e o doutoramento na mesma área. Nos últimos 20 anos tenho ensinado em várias instituições de ensino superior e investigado sobre um conjunto de problemas que afetam a sociedade portuguesa, como é o caso das desigualdades sociais e territoriais. Neste âmbito publiquei vários livros e artigos científicos. Tem sido um percurso de persistência e em constante precariedade laboral, no qual assumi uma postura crítica e de combate às principais formas de exclusão social. Paralelamente, envolvi-me em diversos movimentos cívicos: faço parte da comissão organizadora do CDA, encabecei o Manifesto para uma Esquerda Livre, integrei o conselho editorial do jornal Le Monde Diplomatique (ed. portuguesa). Sou fundador do partido LIVRE e eleito para grupo de contacto. Neste momento sou também membro da comissão coordenadora e do conselho da candidatura cidadã LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR, no qual asseguro um conjunto de atividades, designadamente a coordenação do trabalho de construção do programa e da Agenda Inadiável. Considero que a política é uma atividade exigente de entrega à causa pública. Uma atividade que deve aliar o diagnóstico e o conhecimento das matérias à capacidade de decidir com fundamento. É com esta atitude que encaro a presente candidatura.

Apresentação da candidatura
Portugal encontra-se numa situação social e económica deplorável. As políticas de austeridade produziram um impacto profundíssimo no aumento do desemprego, da pobreza e da desigualdade. A precariedade tornou-se viral e atinge crescentemente diferentes gerações. Há anos que tenho estudado estes problemas e alertado para os seus efeitos na limitação das condições de vida dos portugueses. Um país desigual não é sustentável! Um país precário não tem futuro! É hora de passar da indignação à ação política capaz de combater de vez estas e outras formas de exclusão e de restabelecer o contrato social. Candidato-me porque considero que o rumo deste país não é inevitável. Não só não estamos condenados, como é possível abrir o futuro para garantir uma vida condigna às novas gerações. Esta declaração de intenções não é mera retórica mas pretende ser consequente com a defesa de um país menos desigual entre pessoas e entre territórios. O conhecimento que tenho produzido ao longo destes últimos 20 anos permite-me ter uma noção clara sobre as prioridades de ação no sentido de propor políticas redistributivas e de ordenamento territorial que transformem Portugal numa sociedade mais coesa e que promovam a valorização dos territórios vulneráveis. A península de Setúbal tem sofrido sucessivas crises sociais e económicas. Nela reside gente de trabalho que viveu a vaga da desindustrialização, com um impacto enorme no desemprego, e da densificação suburbana. Apesar da melhoria significativa, a Margem Sul continua a sofrer sérios problemas sociais e urbanísticos que urge resolver. Por outro lado, conheço bem o Algarve, uma região cheia de potencialidades mas que tem sido alvo de uma tremenda especulação imobiliária que descaracterizou parte do litoral, ao mesmo tempo que a serra está cada vez mais desertificada. Candidato-me a estes dois círculos porque os conheço e darei o máximo contributo, naquele em que for eleito, para a melhoria das condições de vida e da coesão territorial.

Áreas de intervenção preferenciais
Caso seja eleito terei a capacidade e conhecimento para intervir em duas grandes áreas. 1) Políticas sociais e redistributivas: combate às desigualdades e à pobreza; valorização do trabalho e erradicação da precariedade. 2) Políticas de ordenamento territorial: urbanismo e valorização das cidades; mobilidade espacial e transportes; desenvolvimento local e regional; desenvolvimento rural.

Como pensa interagir com os eleitores?
Com a generalização da Internet das redes sociais o contacto com os eleitores tornou-se mais facilitado, o que permitirá uma auscultação permanente. Contudo, este meio de comunicação não invalida o contacto pessoal em eventos públicos e presenciais. Se for eleito, pretendo realizar encontros regulares com os eleitores do círculo (e os cidadãos em geral), os quais designarei de ‘Assembleia Aberta’. Nestes encontros debater-se-ão os problemas fundamentais da região e do país e as políticas a implementar.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Setúbal
Círculo de Faro

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Proponentes de Renato Carmo