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Nome completo:
José Maria Gonçalves e Silva

Data de nascimento:
1/22/1958

Naturalidade:
Mafamude, Vila Nove de Gaia

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Com formação jurídica, professor há mais de 25 anos, tendo exercido, pelo caminho, a advocacia, funções de Diretor de Escola e de Centro de Formação de Professores (o que ainda acontece), para além de membro efetivo de associações de pais, clubes, associações e federações desportivas. Formador acreditado pelo CCPFC, nas áreas do Direito e da Gestão e Administração Escolar e portador de Certificado de Formação Profissional (Formação Pedagógica Inicial de Formadores) com Especialização em Igualdade de Género, pela Associação Nacional das Empresárias, desta forma refletindo preocupações profundas com algumas das questões mais marcantes da atualidade. A ideia de cidade e de mundo, assumida, implica vontade de mudar e de participar na mudança que é necessária, numa perspetiva sempre evolutiva – por muitos erros que se cometam, a tentação de voltar atrás deve ser substituída pela procura incessante de novas fórmulas de agir e de ser. Por último, com vida plena, mas insatisfeito, tendo os ideais de abril, que foram vividos intensamente na altura adequada, sempre presentes.

Apresentação da candidatura
O que se assume convictamente: Os princípios que norteiam cada um de nós devem ser estritamente determinados (se não o foram por educação e partilha adequadas) pela função social que se exerce ou que se quer exercer – o eleito deve ser DEMOCRATA, SOLIDÁRIO, SERVIDOR do povo e combater, sem tréguas, a CORRUPÇÃO, O COMPADRIO, OS PRIVILÉGIOS ILEGÍTIMOS e o SERVILISMO; O exercício do poder implica a assunção da responsabilidade inerente; A transparência na ação obriga a que, pelo menos, as origens, o património, sejam publicitados, antes da se assumir um cargo público. E, no final do mandato,pelo menos relativamente ao património, deve-se publicitar igualmente a situação em que se ficou; Qualquer reforma estrutural (logo, que incida sobre aspetos fundamentais da vida ou do país), qualquer alteração profunda nas matérias essenciais que implique mudança de paradigma, só deve ser possível se antes se fizer uma exaustiva avaliação dos resultados existentes e uma prospeção adequada das mudanças que podem promover as melhorias desejadas; A democracia, sendo uma forma de atuar cumprindo com as decisões da maioria, terá que ser sempre respeitadora das minorias, sobretudo das mais frágeis. A marginalidade, respeitadora dos Direitos Humanos ou fundamentais, não pode ser ignorada, desprezada ou destruída, apenas porque não representa a maioria decisora. Nesta conceção entra a Arte, o trabalho e a distribuição da riqueza (o acesso aos bens essenciais), que obrigam a uma regulação apertada e à proteção dos mais desfavorecidos, e a promoção de formas de vida saudáveis, protetoras do ambiente e do futuro, igualitárias e de salvaguarda da integridade e da dignidade; A principal missão do eleito é servir o povo, exercendo a função social do Estado (prestando, garantindo ou fiscalizando serviços essenciais para a sobrevivência, dignidade e igualdade material dos cidadãos). É, no essencial, cumprir Abril.

Áreas de intervenção preferenciais
Educação e Cultura, Justiça, Organização do Estado e Promoção da Igualdade.

Como pensa interagir com os eleitores?
Descer à cidade, regular e frequentemente, para escutar com atenção. Visitar escolas, associações, comissões de moradores e de trabalhadores, sindicatos e organizações sócio-profissionais. Não chega ser notícia, é preciso sentir o pulsar das gentes.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo do Porto

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No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de José Maria Gonçalves e Silva