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Nome completo:
David Vítor Marçal Pinto

Data de nascimento:
11/10/1976

Naturalidade:
Portugal

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Sou bioquímico, fiz investigação científica na academia e na indústria, desde há vários anos que me dedico à comunicação e à divulgação de ciência. Escrevi vários livros, espectáculos, programas de televisão, em jornais e revistas, participo e coordeno eventos que têm como objectivo promover a cultura científica. Nunca tive nenhuma filiação partidária, mas desde há muito que tenho uma participação política activa. Fui dirigente associativo universitário, sócio e activista da ABIC (Associação dos Bolseiros de Investigação Científica). Acompanho em particular as políticas de ciência, expresso as minhas posições no blogue De Rerum Natura e em artigos de opinião publicados em jornais. Fui membro do Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa, sendo co-criador de vários espectáculos de intervenção social, dedicados à emigração e ao modo como a sociedade lida com os idosos.

Apresentação da candidatura
Nos últimos anos assistimos a uma desistência do país. A ideia de um Portugal desenvolvido, a convergência com a União Europeia, a ambição de viver melhor, de ter bons serviços públicos, o direito à protecção social, o acesso à cultura, o desenvolvimento com base no conhecimento, a promoção da cultura científica, tudo ficou para trás e deu lugar ao desalento e à resignação. As supostas inevitabilidades e caminhos únicos impuseram-se na acção política, enfraquecendo a democracia. O apelo à futilização da democracia é hoje descarado. Agentes nacionais e internacionais clamam por pactos de regime, por juras fanáticas pelo cumprimento de metas, tratados e acordos de legitimidade democrática duvidosa. Tudo para que as eleições não interessem para nada e que o que é realmente importante não dependa delas. Mas é precisamente do contrário que precisamos. É urgente, através da participação cívica, reivindicar as instituições da democracia representativa para o serviço efectivo dos cidadãos. A ciência e a liberdade são duas faces da mesma moeda. Nas quatro décadas de democracia, Portugal melhorou em quase tudo o que interessa: saúde, educação, protecção social, cultura e também na ciência. Partimos muito atrasados mas fizemos um percurso notável. No entanto, nos últimos anos assistimos a um retrocesso, com a redução brutal do número de bolsas de investigação individuais, do financiamento a novos projectos de investigação e um corte de 50% no número de unidades de investigação. Há que recuperar a aposta na ciência como motor de desenvolvimento e na promoção da cultura científica. Não basta escolher um D. Sebastião. É necessária uma participação cidadã para reivindicar um país que não desiste e uma União Europeia em prol dos cidadãos, para que haja uma aposta na ciência e na cultura, nos serviços públicos e na coesão social. É tempo de deixar para trás os caminhos únicos, as inevitabilidades e assumir o direito de querer um presente e um futuro melhores.

Áreas de intervenção preferenciais
Ciência, cultura, educação

Como pensa interagir com os eleitores?
Com a palavra, escrita e falada. Através da manutenção de um blogue e interacção nas redes sociais, da participação de carne e osso em eventos públicos.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Lisboa
Círculo de Setúbal
Círculo de Aveiro

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No Twitter: https://twitter.com/davidmarcal
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Proponentes de David Marçal