LuisPintoSilva

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Nome completo:
Luís António Pinto da Silva

Data de nascimento:
8/2/1959

Naturalidade:
Almada

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

A minha vida política começou aos 14 anos na Alameda, em Lisboa, no 1º de Maio de 1974. Nunca esquecerei os ideais de Abril e esse dia de festa. Nunca militei ativamente em nenhum partido político, até que no ano passado descobri o LIVRE. Identifiquei-me logo com o seu programa político, estive presente no seu I e II congressos e milito no seu núcleo territorial de Setúbal. Sou também um dos subscritores iniciais da TEMPO DE AVANÇAR e faço parte da sua comissão instaladora do núcleo de Almada e Seixal. Mas em paralelo milito fora do contexto partidário, defendendo (sempre que possível em consenso) os valores do ambiente, da economia solidária e da solidariedade. Na época presente que é de uma transição de contornos que se começam a definir, é urgente que cada um de nós procure soluções e consensos e use cada vez mais “nós” em vez de “eles”. Ou seja, é preciso que cada um de nós tome o seu papel ativo na sociedade, como única forma de “avançar”. Face ao recuo forçado do estado social que a União Europeia e os últimos governos nos impuseram desde os chamados “Pactos de Estabilidade e Crescimento” e outros, também é preciso encontrar respostas no campo da economia social e da solidariedade. Face aos sucessivos e insuficientes acordos climáticos globais, temos todos de mudar os nossos hábitos e dar o exemplo se quisermos permanecer abaixo do limite consensual para uma alteração climática perigosa, ou seja, abaixo dos 2ºC de aumento da temperatura global

Apresentação da candidatura
Os portugueses vivem uma época de transições. Segundo a Constituição da República Portuguesa, incumbe ao Estado promover a execução de políticas de pleno emprego. Contudo, com uma taxa de desemprego de 13,9% segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) em 2014, o país transitou para um desemprego estrutural. Um em cada sete portugueses está desempregado. Entretanto, são “aos milhares”, segundo assistentes sociais, as famílias sem Rendimento Social de Inserção (RSI) por causa de erros e atrasos nos serviços. Até estes pedidos de esmola o estado recusa. No distrito de Setúbal, para isto contribui também a reconhecida redução do número de funcionários da Segurança Social, apesar deste distrito ser daqueles onde existem mais casos de risco de pobreza e exclusão social. Nesta situação de desemprego estrutural, quem consegue um emprego tende a dar-se por satisfeito contentando-se com o salário mínimo, nem que lhe exijam que trabalhe horas a mais e ao fim de semana, lutando pela renovação do contrato de trabalho. Nesta época de enormes desafios, é necessária a mobilização de todos em defesa dos valores do 25 de abril de 1974 que a constituição portuguesa expressa. Assim me posiciono junto com outros cidadãos, mais ou menos conhecidos. Juntos apontaremos uma nova política, que é necessária e possível. Esta começa a dar os seus passos, no seio desta candidatura cidadã para a qual todos os cidadãos estão convidados, subscritores ou não. No seio de uma união monetária dependente de um Banco Central Europeu (BCE) que impõe limites à soberania de Portugal, enquanto lutamos por uma maior coesão entre os países da União Europeia (EU), como uma harmonização fiscal, aquela esquerda que aponta os valores da constituição (onde nos incluímos) tem um papel fundamental na definição das prioridades que a Assembleia da República (AR) deveria perseguir.

Áreas de intervenção preferenciais
É importante uma voz na AR que fale não só do limiar de pobreza (que não desprezo) mas principalmente da fome de que sofrem muitos portugueses. É urgente resolver este problema. Importa também reverter o curso do desmantelamento do estado social, dotar o sector público dos meios necessários e suficientes para o cabal desempenho das funções do estado e cuidar da mobilização voluntária dos trabalhadores do sector para o serviço público. É preciso rever a legislação laboral invertendo o curso da precarização do trabalho e revalorizando o trabalho. O estado deve fomentar o desenvolvimento sustentável. Mas com um desemprego estrutural e uma taxa de crescimento insipiente, é preciso também fomentar o cooperativismo e o autoemprego, apoiando fortemente as cooperativas e realizando por exemplo mais e melhores formações em empreendedorismo. Alguns portugueses começam a perceber que outra política é possível. Demonstramo-lo com eleições primárias abertas. É preciso continuar a apontar o caminho do aprofundamento da democracia. É necessário fomentar a coesão territorial e reforçar o ordenamento do território que este governo destruiu, por exemplo recusar a agricultura intensiva sobre solos arenosos com elevado consumo de adubos químicos como na zona da Comporta e favorecer a agricultura sustentável em solos com características agrícolas, defendendo-os da especulação imobiliária.

Como pensa interagir com os eleitores?
Os debates que a candidatura cidadã tem organizado são um exemplo a seguir como forma não só de divulgar as linhas programáticas e mais tarde o programa, mas também de colher as opiniões dos cidadãos. Darei sempre o meu contributo na idealização, organização, moderação, apresentação e simples participação nestes debates que devem ser regulares. Mas importa também manter uma linha de comunicação aberta com os cidadãos, que poderão contactar sempre comigo próprio pelos meios eletrónicos.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Setúbal
Círculo de Viana do Castelo
Círculo de Évora

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Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Luís Pinto da Silva