Antonio Lopes

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Nome completo:
António José de Oliveira Lopes

Data de nascimento:
12/10/1965

Naturalidade:
Lamego – Viseu

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

Natural de Viseu 49 anos casado com três filhos. Desde de muito cedo comecei a trabalhar no inicio com 16 anos trabalhava como técnico de eletrónica no tempo livre e as aulas. Depois da tropa tirei uma formação de eletrónica no Porto e trabalhei alguns anos no Porto e em Gaia como técnico de eletrónica. Tive uma empresa de sistemas de automatismo em Mirandela e dei formação informática na Madeira. Os últimos anos, trabalhei em Portalegre como responsável Informático de um hipermercado. Neste momento estou no desemprego, não por falta de competência mas sim pela idade. Neste momento sinto que é necessário existir pessoas na política que tenha uma visão mais próxima da realidade para servir de contra poder aos lóbis dos partidos tradicionais.

Apresentação da candidatura
Nunca tive qualquer relação com a política, até encontrar o Livre/Tempo de Avançar. No Livre/Tempo de Avançar encontrei pessoas que acham o objetivo da política não é os mercados financeiros mas sim as pessoas. É possível ter uma política humana com uma economia sustentável. Estou a lançar-me nesta aventura sem qualquer experiência política, mas não posso continuar a assistir de braço cruzado o caminhar para o abismo. Sou absolutamente contra uma sociedade que acha que a solução esta em salários baixos, precariedade, em pessoas que não se podem dar o luxo de fazer planos a mais de um mês. Sou absolutamente contra os políticos que dizem que é necessário ser criativo, que é necessário ser inovador, mas ao mesmo tempo acham que cultura e os artistas só servem para gastar dinheiro. Será justiça onde apenas os que tem dinheiro tem direito a achar que tem razão. Porque uma grande maioria de pessoas achar que tem razão, esta para alem das suas capacidades financeiras. Quer dar o meu contributo para criar uma política centrada nas pessoas. Porque as pessoas é a unidade da sociedade e a razão de ser dos mercados.

Áreas de intervenção preferenciais
Na igualdade de acesso a justiça, pois todos têm direito a não concordar e ninguém deveria ter medo de enfrentar uma AT ou um Banco ou qualquer outra grande instituição na justiça. A saúde não pode estar dependente dos privados, os privados tem que ser apenas um complemento, nunca uma solução. A saúde é um bem universal e é obrigação de uma sociedade dita ocidental fazer tudo para que todas tenham acesso as melhores praticas medicas. O ensino é o motor para uma sociedade tolerante, justa, participativa, … Por isso o ensino obrigatório seja de facto gratuito e que se abandona de uma vez por toda a ideia de uma educação com uma visão economicista para uma educação humana com turmas mais pequenas, com os professores com mais tempo para falar com os alunos, um programa que se preocupa mais com ensinar as pessoas a fazer as pergunta corretas em vez de saber as respostas. Humanizar a AT. Sempre que leio ou ouça uma noticia que evolve a AT dou por mim sempre a pensar em Kafka e seu livro o processo. Se a cobrança dos impostos é importante, mas para mim é mais importante a pessoa e sua dignidade.

Como pensa interagir com os eleitores?
Podemos iniciar aqui também uma evolução no contacto com as pessoas. Porque vejo um sistema político que não aproveita as novas tecnologias para saber o que as pessoas pensam. Para alem disso as novas tecnologias podem ser aproveitadas para lançar a debate votação os temas mais fraturantes. Mas não se pode ficar fechado numa sala a frente de um computador. É necessário o falar com pessoas olhos nos olhos e o confronte de ideias para encontra soluções. Para isso é necessário de uma forma sistemática a organização de encontros nas cidades e vilas. É necessário de uma vez por toda que a política e seus representantes se desloquem para fora de Lisboa.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Viseu
Círculo de Vila Real
Círculo de Aveiro

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No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de António Lopes