1º congresso Livre (1)

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Nome completo:
Paulo Manuel Ribeiro Pereira

Data de nascimento:
3/27/1960

Naturalidade:
Lisboa

Nacionalidade:
Prtuguês

Apresentação pessoal

Em 25 de Abrli de 74 tinha 14 anos feitos recentemente. Depois do golpe militar a minha adolescência não voltaria a ser a mesma .No Liceu ,no ano letivo seguinte as turmas só de rapazes deram lugar a turmas mista de ambos os géneros. No comboio da linha de Cascais ,que me levava ao liceu, no lugar de 1ª e 2ª classes, passaram a haver carruagens onde todos viajavam sem distinção do poder aquisitivo das famílias.Na sociedade e nas ruas a sensação de que tudo era possível. O sonho , a criatividade, a igualdade ao alcance da mão. Tambem eu me revejo na frase “Devo a Abril tudo aquilo que sou”.Em 1976 ,com 16 anos, fiz parte dos GDUP na candidatura presidencial de Otelo. O sonho quebrado em 75, renascia com as presidenciais em 76.Na universidade desenvolvi trabalho politico de diálogo à esquerda e integrei por duas vezes listas de unidade, vencedoras nas eleições para a Direção da Associação de Estudantes e no final do curso de 5 anos, fiz parte do Conselho Diretivo em representação dos estudantes . Fui ainda enquanto estudante universitário um dos subscritores do Documento dos 199 que daría inicio à candidatura presidencial de Maria de Lurdes Pintassilgo ,na qual também participei.Depois de abandonar a Universidade, fiz serviço militar em Évora e Lisboa, tendo convivido com alguns dos mais conhecidos militares de Abril.Seguir –se -ia um jejum de atividade politica por quase 30 anos, apenas interrompido pela participação em ações de campanha no Algarve da candidatura presidencial de Jorge Sampaio.Há cerca de um ano , decidi voltar á politica ativa e inscrevi-me como membro do Partido Livre antes do seu 1º congresso, tendo ajudado á constituição do Nucleo Territorial do Livre/Algarve, fazendo atualmente parte do seu Grupo de Coordenação Local. Profissionalmente, sou há cerca de 30 anos, Advogado estabelecido no Algarve em regime de profissão liberal em prática individual.

Apresentação da candidatura

Convergência e Desenvolvimento Sustentável. 1-A politica de austeridade implementada pelo governo PSD/CDS não produziu o crescimento económico prometido , arrasou a legislação tendencialmente progressista do trabalho e encetou o desmantelamento do estado social.Esta politica destruiu a esperança e tornou ainda mais frágil a vida dos pensionistas, assalariados , pequenos e médios empresários, e jovens em busca de uma carreira profissional, ou simplesmente do 1º emprego.A emigração tornou-se o principal caminho para a subsistência de muitos portugueses que em Portugal já não conseguem manter níveis de vida minimamente dignos.2-Destroem-se os alicerces do equilíbrio nas relações do trabalho , conseguidos ao longo de muitos anos ,para em seu lugar ser criada uma economia desregulada ,onde o capital financeiro e a Banca têm as rédeas do poder politico.3-No quadro europeu ,embora atualmente apenas um país ponha em causa a politica de empobrecimento ,já surgem noutros países sinais de que o mapa eleitoral europeu em breve irá mudar, pois já é clara a ideia que as forças politicas da austeridade são incompetentes para liderar os caminhos da europa.4-Como forma de mobilizar os cidadãos que por falta de esperança defendem a abstenção nas eleições nacionais e europeias , propomos uma forma inovadora de participação politica ,mobilizadora de vontades , que na Esquerda produzam a diferença, criando formas de convergência que potenciem o apoio popular a politicas de mudança.A convergência à esquerda é o meio que permitirá mudar o governo e inverter as politicas de austeridade.5-O Desenvolvimento Sustentado é um principio de politica económica influenciado pelas propostas do movimento ambientalista, sendo a base e o horizonte para novos projetos que permitam combater a desigualdade geradora da desconfiança e dos fenómenos de corrupção ,construindo de novo a esperança.É NECESSÀRIO: Resgatar as pessoas, Redistribuir o rendimento, Respeitar o trabalho, Requalificar o território, Recuperar a economia, Relançar o desenvolvimento, Regenerar a democracia.Áreas de intervenção preferenciais

Áreas de intervenção?

Duas áreas de ação preferenciais :

A) Justiça ,estado e administração publica. O acesso à justiça é excessivamente caro e voltámos ao enquadramento de justiça de classes onde apenas quem pode pagar pode aceder aos tribunais. Os cidadãos continuam sem perceber o funcionamento do sistema judicial. A burocracia ainda prevalece sobre o serviço publico nos serviços do Estado e Administração Publica. É necessário construir uma administração publica transparente.

B) Desenvolvimento local e regional. É necessário corrigir as assimetrias de desenvolvimento entre o litoral onde se concentram as populações e a riqueza e o interior votado à desertificação. A pressão do imobiliário sobre o litoral deverá ser combatida e deverão ser implementadas politicas ambientalistas que permitam um turismo de qualidade bem como a qualidade de vida das populações. É necessário implementar formas participadas de Regionalização.

Como pensa interagir com os eleitores?
Através de plataformas online, onde regularmente serão comunicados os temas em discussão na Assembleia e as propostas efectuadas.Serão implementados contactos com os cidadãos fora do Parlamento.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo de Faro

No Facebook:
No Twitter:
Site pessoal ou blog:

Proponentes de: Paulo Ribeiro Pereira