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Nome completo:
Eduardo Jorge Costa Pinto

Data de nascimento:
4/20/1987

Naturalidade:
Amarante

Nacionalidade:
Portuguesa

Apresentação pessoal

A primeira vez que saí sozinho de Portugal, com 12 anos, foi para ir a Madrid, participar numa manifestação a favor da independência de Timor-Leste. Fi-lo porque acredito sinceramente que cada cidadão é um político e que, como tal, deve ter uma participação activa na sociedade. Por acreditar que os partidos políticos são uma parte fundamental do bom funcionamento democrático, filiei-me no partido socialista quando tinha 18 anos. Desiludido com o rumo do partido e por não me identificar com grande parte das decisões e do modo de funcionamento interno do mesmo, desfiliei-me, tendo ajudado à formação do LIVRE. Coordenei a escrita do “Desafio à Diáspora”, um dos primeiros documentos elaborados pelo LIVRE e que contou com a participação de algumas dezenas de portugueses que, como eu, vivem no estrangeiro. No Congresso Fundador do LIVRE fui eleito membro do Grupo de Contacto, tendo ficado com o pelouro dos Núcleos Territoriais, o que me permitiu estar em contacto com membros do partido espalhados por todo o território nacional, bem como junto da diáspora. Abracei o projecto Tempo de Avançar e fui eleito membro do Conselho da Candidatura. Sou actualmente um dos dois coordenadores do grupo de trabalho 7 (ambiente) da escrita do programa eleitoral. Sou membro de diversas associações e cooperativas, com especial destaque para as de cariz ambiental, nomeadamente a Quercus, a Agrobio e a Coopérnico. A nível associativo, sou tesoureiro de uma companhia de artes circenses.

Apresentação da candidatura
Os últimos anos foram de uma dificuldade extrema para os portugueses. Batemos (quase) no fundo. Perderam-se direitos, emigraram cidadãos a um ritmo há muito não visto, atacou-se o Estado social, aumentaram as desigualdades. Capitulamos perante o discurso – e a acção – da austeridade e do “não há alternativa”. Governados por políticas imediatistas, assistimos a uma impiedosa regressão da qualidade de vida dos portugueses. E, apesar de tudo isto, não nos foi nunca apresentada uma visão para o país a médio e longo prazo que não fosse mais austeridade e mais pobreza. Chegou o momento de nos levantarmos. De dizer que há sempre alternativas e que estamos dispostos a indicar novos rumos. Com esta candidatura, espero ajudar à definição desses novos caminhos, procurando novas soluções social e ambientalmente responsáveis e desafiando as verdades absolutas. Portugal é hoje, de acordo com os dados oficiais, um dos países da União Europeia com mais emigrantes por total de população. Como muitos outros, deixei o país, vivendo no estrangeiro há quase 7 anos. São incontáveis as histórias de portugueses que continuam a fugir – assim mesmo, fugir – do país por falta de perspectivas de um futuro melhor. Histórias de portugueses altamente formados e nos quais o Estado investiu anos a fio para depois os convidar a emigrar, misturam-se com histórias de operários fabris ou da construção civil, vítimas da crise e do encerramento das empresas para as quais trabalhavam. Assistir à distância ao que vai acontecendo em Portugal é angustiante. Sinto-me pois na obrigação de dar um passo em frente e assumir esta candidatura. Estamos num momento decisivo para o futuro do país e da Europa, em que o próprio projecto europeu está em risco. Apresento-me a esta eleição consciente do enorme desafio que representa, mas confiante que posso contribuir positivamente para a construção de um Portugal mais justo e solidário, que possa contribuir para uma verdadeira União Europeia.

Áreas de intervenção preferenciais
Tenho três áreas de acção preferenciais: 1) Ambiente/desenvolvimento sustentável – Num planeta de recursos finitos, não podemos continuar a apontar para o crescimento económico como fim único das políticas governativas. As questões ambientais, mais do que anexos às diferentes políticas, devem estar no centro da acção política, sendo transversais a todas as áreas, da educação à economia. 2) Desenvolvimento local e regional – Portugal é um país extremamente desigual, onde grande parte da riqueza se situa no litoral do país. É essencial que se corrijam estas desigualdades e que se promova efectivamente o desenvolvimento local e regional. A regionalização, prevista na Constituição da República Portuguesa, deve voltar a ser debatida e, se assim for desejo dos portugueses, realizada. 3) Emigração – Cerca de 400 mil portugueses deixaram o país nos últimos quatro anos. No entanto, e apesar disso, os últimos anos foram de corte no apoio do Estado aos portugueses emigrados: instituiu-se uma propina no ensino de português no estrangeiro, o projecto do consulado virtual foi congelado, fecharam postos consulares e não houve qualquer alteração que facilite a participação cívica e política por parte dos portugueses no estrangeiro. É urgente corrigir estas situações e fazer com que os portugueses emigrados sejam cidadãos de pleno direito.

Como pensa interagir com os eleitores?
Semanalmente, através das plataformas em linha, indicarei o que estará em discussão no Parlamento, bem como darei actualizações sobre o trabalho que tiver realizado na semana anterior. Para além desta presença na rede, realizarei o máximo possível de acções fora da Assembleia da República, levando a política aos cidadãos.

Círculos pelos quais concorre:
Círculo da Europa
Círculo do Porto

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Proponentes de Jorge Pinto