Paula Duarte Lopes

Área programática: Ambiente, agriÁrea programática: Cultura, florestas e mar
Participação cidadã na governação da água
Incluir no modelo de governação da água em Portugal espaços efectivos para a participação cidadã nessa dinâmica, eventualmente, com base nos Conselhos de Região Hidrográfica, que deviam funcionar de forma transparente relativamente a quem pode fazer parte dos mesmos; e também criando conselhos ou comités mais locais (bacia a bacia ou sub-bacia a sub-bacia) para se discutirem os problemas locais associados à governação da água e se tomarem decisões democráticas e participadas por parte dos/as cidadãos/ãs.

Área programática: Educação
Objectivo da aprendizagem
Depois de tantas reformas do sector da educação, deparamo-nos com o facto que os/as alunos/as estudam para os exames e que não aprendem necessariamente os conhecimentos necessários, nem adquirem as competências essenciais à continuação do seu percurso de estudantes e à sua vida profissional. É essencial rever o plano nacional de educação (do primário ao superior) com base em competências transversais que devem ser adquiridas e conhecimentos estruturais, adaptando os programas à nova realidade da imediatez informacional e deixando ‘fora da sala de aula’ as pressões de empregabilidade quantitativas. As metas devem ser objectivos e não critérios de exclusão.

Área programática: ciência e tecnologia
Produção de ciência
Sem uma política clara estrutural de apoio à produção de ciência e tecnologia, o país vai rapidamente não só perder as gerações que formou com o erário público e cujas competências vão beneficiar a população de outros países, como também atrofiar a sociedade portuguesa num futuro próximo. Portugal deve apostar no que tem de melhor no país de forma estratégica, ou seja, como objectivo estratégico de governação, os seus recursos humanos. Para este efeito, é necessário retomar e fortalecer o investimento na área da produção da ciência e tecnologia através do financiamento de bolsas de estudo em todos os ciclos de ensino, de projectos de investigação, de redes internacionais de conhecimento, de programas de formação (mestrados e/ou doutoramentos) em áreas temáticas estratégicas. Mas a natureza estratégica deve ser do ponto de vista do benefício para a sociedade portuguesa e não meramente contabilizado com base em empregos criados e receitas monetárias conseguidas.

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