João Zeferino

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Inclusão de Jovens no mercado de trabalho e remuneração de estágios
Os jovens em Portugal têm tido problemas em se inserirem no mercado de trabalho, quer recém-licenciados, quer sem licenciaturas, limitando-se à contratação por via de estágio. Ora, sendo em geral estágios não remunerados, o Estado deve proibir a não remuneração de estágios e fomentar as propostas de contratação pós-estágio na mesma entidade empregadora ao permitir a essa mesma entidade a redução fiscal em 10%, caso se trate de mais do que 15 estagiários contratados.

Área programática: Ambiente, agriÁrea programática: Cultura, florestas e mar
Reorientação das políticas nacionais do ambiente e mar
O ambiente, agriÁrea programática: Cultura e o mar têm sido desprezados pelo actual governo de direita, nem sequer são dados a devida atenção. Deve haver maior fomento para aquisição de veículos híbridos e eléctricos, o retorno do programa de energias renováveis oriundos dos XVII e XVIII Governos Constitucionais, facilitação de acesso financeiro às actividades agro-pecuárias e a valorização do mar, com protecção dos recursos e ambiente marinhos, além da fiscalidade da poluição e limpeza de parques naturais (prevenção de incêndios) e valorização dos produtos agro-pecuários nacionais face aos estrangeiros (aumento de preço dos produtos estrangeiros que também sejam feitos em Portugal).

Área programática: Cultura
Recuperação da Área programática: Cultura nacional
Retorno de um Ministério da Área programática: Cultura, fomento à produção artística com maiores fundos, fomento às actividades Área programática: Culturais, retorno do acordo ortográfico de 1945 (mas revisto e invalidação do de 1990), divulgação da Área programática: Cultura nacional no estrangeiro, quer em países lusófonos e com diáspora, quer em países com alguns interesses no Turismo nacional, conservação do património e avaliação permanente do mesmo, o património (material e imaterial) que seja recuperado na íntegra (evitar “fachadismos” de edifícios), revalorização de tradições e divulgação da história no Turismo, para que Portugal não baseie o Turismo só nas praias.

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