Paulo

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
dividas ao fisco e outros
Sendo, a maior parte das dívidas (cobráveis) fiscais da classe média e média baixa, em vez de cobrar juros, coimas, multas e tornar uma dívida já por si elevada em não pagável, arranjar um mecanismo que o contribuinte possa na sua página das finanças, retirar o valor que lhe convier. Deste modo o estado recebe os valores devidos, sem agonizar com penhoras e terror psicológico, o contribuinte já de si fragilizado, além de não encher as salas das finanças. Automóveis pagos por nós só o Presidente da República.

Área programática: Política económica e coesão territorial
pescas/agriÁrea programática: Cultura
Acho que devíamos olhar para estes 2 sectores com prioridade, de modo a baixar as importações e criação de emprego. Com uma costa como a nossa em vez de problemática temos de ser pioneiros na pesca, lutar por cotas justas, apoiar os empresários na frota, combustível, no material, em impostos directos, de modo a que seja viável a criação de (muito) emprego. Utilizar as novas tecnologias e conhecimento dos empresários, de modo a que se invista em produtos que fazem falta, não só em consumo interno como externo.

Área programática: Educação
Principal
Para mim o pilar de qualquer sociedade. Frequentei o 11º ano, tenho uma filha na faculdade e outra no 4º ano. Grandes diferenças no ensino, vejo matérias do 4º que só dei no 7º. Óptimo. Mas iria mais longe, Em vez de dividir os alunos só à entrada do 10º. ano, porque não mais cedo. Não há necessidade duma criança ser aterrorizada com matemática até ao 10º e depois aquilo não servir para nada no futuro. Guiar os alunos para aquilo que podem ser as suas capacidades e quanto mais cedo melhor.

Não me sinto, hoje, inspirado na escrita mas há muito mais a fazer. Não acredito em aumento de pensões e salários sem haver cortes a sério. Não podemos criar 70 de gastar 90. Criar, renovar e formar. Ter as pessoas mais novas, sem vícios e melhor formadas, dar-lhes oportunidade de liderar, em vez de serem comandados, por pessoas sem formação nenhuma, que subiram na carreira com os anos mas sem mérito. Olhamos para a nossa juventude e num país numa crise social nunca vista, ganham prémios internacionais, inovam, inventam e depois que ganha o país com isso? Mantemos os mesmos há 40 anos, onde ninguém tem responsabilidade, em parte porque há uma oposição em que não acredito. Propaganda de aumentos NÃO, nem de impostos nem de salários, sem pensar a sociedade. Não me importo de receber o ordenado mínimo, se tiver electricidade, água e combustível mais barato. Isto é o que qualquer cidadão quer, que o seu dinheiro chegue ao fim do mês. E NÃO quero pagar e sentir que há alguns que ganham muito com isso. Expliquem às pessoas como é possível resolver alguns problemas depressa (gorduras) mas que todos temos de participar. Sem demagogia

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