Carlos Marques

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
Sem democracia Directa a democracia não existe
Uma verdadeira democracia deve ser descentralizada e deve permitir aos cidadãos, mais que participarem, que tomem todas as decisões que entenderem no âmbito do governo da nação que é deles. Defendo que cada circulo nominal escolha o seu representante e que este seja simplesmente o porta-voz desse circulo. Esse representante tera liberdade de representação nas matérias que o seus representados lhe dê carta branca sendo esta sempre e a qualquer momento revogável pelos próprios. Eu gostaria de argumentar que não existe nenhuma razão para que os deputados eleitos pelo Livre não possam implementar isto antes da implementação da democracia directa a nível nacional. Isto, sim seria um verdadeira demonstração de querer mudar algo e dar mais voz ao cidadãos. Mais, o Livre estaria a liderar dando o exemplo e estaria a dar oportunidade para o desenvolvimento de estruturas para que a democracia directa possa florir.

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Trabalho e Empreendimento Cooperativo
Não é justo que indivíduos trabalhem quase uma vida inteira numa empresa para mais tarde serem descartados e jogados na miséria. Não é justo que pessoas dependentes do seus trabalho para viverem não saibam nem possam participar no seu desenvolvimento. Não seria justo que os empresários não possam arriscar, inovar e ganharem as suas recompensas. Portanto, existe a necessidade the implementar um modelo de trabalho que se sustente numa justa cooperação entre quem arrisca dinheiro e visão e de quem arrisca com a sua vida pelo trabalho. Proponho que todas a empresas com trabalhadores não sócios tenham um cota cooperativa no mínimo de 30%. Os trabalhadores não teriam acesso aos 30% até que os rendimentos respectivos a esta cota paguem ao investidor o seus investimento. Segundo o modelo Bolonhês Italiano, nenhuma Cota Cooperativa pode ser vendida ou de outra forma deixar de ser cooperativa e se porventura acontecer os valore patrimoniais Cooperativos passaram para a comunidade local.

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
Serviços Públicos Cooperativos
Qualquer organização empresarial pública deve ser independente do estado. Como modelo alternativo, não centralizado ou privado, o serviços públicos oferecidos por estas entidades deve reger-se por um modelo cooperativo entre os trabalhadores destas e pelos seus clientes e a função do estado sendo exclusivamente de legislar e fiscalizar o cumprimento do contracto de serviço publico. Como alvos óbvios deve modelo tem-se as escolas, instituições de saúde, orgãos de comunicação (e.g., RTP), TAP, CGD, etc.

Sem democracia directa, descentralização do estado e um ambiente cooperativo de trabalho, estaremos sempre sujeitos a que o poder sobre a nossa sociedade possa ser usurpado de nós. A nossa liberade foi vendida atraves de emprestimos que não autorizamos. Haverá quem acuse a democracia directa de ser sujeita a populismo – concerteza cometeremos erros, mas teremos sempre forma de os corrigir imediatamente.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *