Ilídio Diniz

Área programática: Ambiente, agriÁrea programática: Cultura, florestas e mar
Educação Ambiental
Promover o equilíbrio social que permita a todos os que hoje se encontram nas franjas da sociedade olharem-se como cidadãos. Dotar os jovens de uma preocupação genuína com o futuro, o seu, o do país e o do mundo, passa pela alteração dos valores sociais e ambientais. Assim propõe-se em todas as escolas básicas a introdução de 8 horas semanais, onde as aprendizagens, se farão no e com o ambiente. Criação de parques temáticos onde os temas ambientais serão tratados interdisciplinarmente. Fazer face à desistência e abandono escolar precoce. Dotar a escola da sua qualidade de instituição de transformação social, e das condições para desenvolver um trabalho com os alunos que vá além do simples ler e contar, escola humana pertença de todos, e um lugar onde nos transformamos em seres autónomos e responsáveis pelo outro e pelo ambiente

Área programática: Política económica e coesão territorial
A desertificação do interior dos País.
Recurso aos fundos comunitários para o desenvolvimento económico e social das regiões, através da criação de empresas de transformação de produtos locais, entre outras, recorrendo exclusivamente a mão-de-obra local. Dotar estas populações de acesso fácil e economicamente favorável à saúde e à educação, em todos os graus de ensino. Aproveitar o desenvolvimento agrícola e florestal e uma politica industrial complementar da economia familiar. Criação de um rendimento mínimo, a todos os agricultores de subsistência cujas unidades de produção, não tenham as dimensões mínimas, que garanta a os mínimos de uma vida a agradável e sadia. Exigir às grandes superfícies a compra da totalidade dos produtos produzidos na agriÁrea programática: Cultura de subsistência. Dinamização do turismo rural, refazendo os caminhos antigos e as diversas infra-estruturas que o tempo destruiu. Permitir o uso produtivo das propriedades cujo titular não pode, ou não tem interesse em trabalhar.

Área programática: Política económica e coesão territorial
Desertificação do interior
Recurso aos fundos comunitários para o desenvolvimento económico e social das regiões, através da criação de empresas de transformação de produtos locais, entre outras, recorrendo exclusivamente a mão-de-obra local. Dotar estas populações de acesso fácil e economicamente favorável à saúde e à educação, em todos os graus de ensino. Aproveitar o desenvolvimento agrícola e florestal e uma politica industrial complementar da economia familiar. Criação de um rendimento mínimo, a todos os agricultores de subsistência cujas unidades de produção, não tenham as dimensões mínimas, que garanta a os mínimos de uma vida a agradável e sadia. Exigir às grandes superfícies a compra da totalidade dos produtos produzidos na agriÁrea programática: Cultura de subsistência. Reaproveitamento dos poços colectivos Dinamização do turismo rural, refazendo os caminhos antigos e as diversas infra-estruturas que o tempo destruiu. Permitir o uso produtivo das propriedades cujo titular não pode, ou não tem interesse em trabalhar.

Importa pensar de modo diferente e, encontra soluções que permitam minorar os problemas sociais e ambientais que o país e o mundo enfrenta. Deste modo as propostas que aqui deixo, não são mais que o meu contributo para o surgimento de propostas globais que concretizadas possam melhorar a vida de todos os cidadãos deste país

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