Pedro Daniel Rodrigues Costa

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Criação de Emprego
“PARTILHA DE EMPREGOS” OBJECTIVOS: Criar mais empregos e permitir maior tempo livre e consequentemente melhor qualidade geral de bem-estar. IDEIA: Criar legislação que incentive e preveja a partilha de empregos no sentido de tornar lógico e possível a divisão de um emprego por duas pessoas. O objetivo é atingir o seu máximo: até 4 horas por dia ou então 35/2 = 17,5 h por semana. Portanto = 4 horas por dia para o titular 1; e 4 horas por dia para o titular 2. Num só emprego. Exemplo 1: Suponhamos um professor de português que ganhe 1500 euros. Ao invés de trabalhar as atuais 22 horas semanais partilha o emprego com um desempregado. Assim, passa a trabalhar 11 horas semanais, repartindo com o professor desempregado as restantes 11 horas. O professor titular sofre um pequeno corte até 20%, passando de 1500 para 1200 euros, e o titular 2 do emprego ficará com os 300 euros da diferença mais 600 euros suportados pelo ESTADO.

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Taxa Tobin para suportar empregos a criar
Continuando com a ideia de PARTILHA DE EMPREGOS, que poderia ter regime obrigatório em certos escalões de remuneração e regime facultativo e negociável em todos os restantes, seria importante implementar uma TAXA TOBIN à banca e uma TAXA às tecnologias que massivamente substituem o homem nos postos de trabalho. Ou seja, taxar empresas com tecnologias altamente produtivas e que excluem o trabalho humano. É uma questão de justiça: se os inúmeros intelectos criaram as máquinas, e se essas máquinas devolvem maior capacidade de produção mas também maior desemprego, essas mesmas máquinas terão que ser taxadas consideravelmente para suportar a PARTILHA DE EMPREGOS.

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Descriminação positiva aos que PARTILHAM EMPREGOS
Para incentivar a PARTILHA DE EMPREGOS, seriam fundamentais alguns estímulos. Todos esses estímulos poderiam ficar encaixados numa DESCRIMINAÇÃO POSITIVA AOS QUE PARTILHAM EMPREGOS. Como esses serão mais eco-sócio-sustentáveis, teriam alívios fiscais em sede de IRS, IRC (empresas amigas da partilha), Segurança Social, Abono familiar, IMI, entre outros impostos. Esta medida poderia também incidir na atribuição de reformas acentuadas, permitindo maior ajuste intergeracional no mercado de trabalho e maior número de contribuintes para a Seg. Social.

Exemplo 2 da PARTILHA DE EMPREGOS: Suponhamos um engenheiro industrial de uma fábrica. Recebe 1000 euros mensais. Partilha o seu emprego com outro engenheiro desempregado. Decide partilhar também 50% do seu horário. Passa de 1000 euros para 800 euros mas fica com tempo livre para viver o crescimento dos seus filhos. Decide também abrir uma outra fábrica. Cria mais dinâmica económica. O eng. desempregado fica com os 200 euros do eng. titular e mais 400 euros. Ganha 600 euros em 4 horas por dia ou 17,5 horas por semana (1/2 de 35 horas). O Estado suporta os 400 euros porque sabe que vai aumentar o poder de compra daquele desempregado e favorecer a economia e a esperança. Em breve, também o eng. outrora desempregado abrirá um segundo negócio. Sabemos que com as novas tecnologias, dois fenómenos se acentuaram: 1) maior capacidade produtiva das empresas devido ao incremento tecnológico; 2) maior desigualdade na distribuição de rendimentos; 3) crescente desemprego estrutural, devido à substituição do homem pela máquina. Para contornar tal cenário, só uma verdadeira estratégia de criação massiva de emprego poderá resolver a questão. PARTILHA DE EMPREGOS é essa estratégia, apelando à solidariedade social e intergeracional e ao aumento geral da qualidade de vida e da criação humana.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *