Rui Duarte

Área programática: Política económica e coesão territorial
As «inspeções periódicas obrigatórias» são um imposto privado: são uma obrigação dos cidadãos pagarem a privados um imposto anual.
Na impossibilidade legal de eliminar as «inspecções peródicas obrigatórias», propoe-se a dilatação do seu prazo. Um ano é o tempo que a terra demora a dar uma volta ao sol. Não há nenhum motivo para que a degração de um automóvel obedeça a esse calendário. Por isso, propõe-se a dilatação do tempo entre duas inspecções para 2 anos. Esta medida permite aligeirar a «carga fiscal» sobre as famílias.

Área programática: Política económica e coesão territorial
Ser portuguès é ter poucos direitos
Quando António de Spínola escrever «Portugal e o Futuro», ele chamou à atenção para o facto de tantos portugueses preferirem ser «estrangeiros noutro país» do que cidadãos de pleno direito em Portugal. A realidade que Spínola identificou era que um português conseguia, ainda assim, ter mais direitos no estrangeiro do que em Portugal. Para que serve «Um Estado»? Para proibir? Para «tirar direitos» às pessoas? Neste sentido, proponho que o Livre se assuma como um partido comprometido em «dar mais direitos» às pessoas. Menos proibições, mais direitos.

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