Lidiamartins

Área programática: Política económica e coesão territorial
A dimensão económica da Valorização da Condição e Estatuto de Emigrante : aproveitar e rentabilizar este potencial
É vital que o futuro governo português pense nos emigrantes também como agentes económicos : não deverá ser perdida esta geração de jovens e menos jovens trabalhadores alta, media e fracamente qualificados que emigrou recentemente e que continua a emigrar todos os dias. Uma massa enorme de mão-de-obra, de pequenos empresários, de investigadores, de profissionais liberais. É vital renovar e incentivar o vínculo económico com estes cidadãos portugueses emigrados, evitar o seu afastamento e desinteresse através de vantagens e incentivos de cidadania: Uma das Soluções : exonerar ou reduzir taxa IMI sobre a residência em Portugal, redução de pagamento de IRS sobre os rendimentos em Portugal desde que haja transferências bancarias do estrangeiro para Portugal…

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
cidadãos emigrantes evitam inscrição consular e recenseamento eleitoral porque as regras atuais implicam uma discriminação de direitos em Portugal
Solução : 1-alterar o estatuto de emigrante, dar-lhe um Visto Gold hahaha 2-considerar o trabalhador emigrante como “residente” em Portugal mas com habitaçao temporária no estrangeiro (sempre facultativo). É importante ter no cartão de cidadão a residência em Portugal (e eventualmente a segunda residência no estrangeiro). 3-permitir que o emigrante também possa votar para o seu círculo eleitoral natal 4- incentivos fiscais ao retorano e fixação e criação de empresas 5- não discriminar entre estatutos emigrante, cidadão português e expatriado

1. Apesar dos muitos entraves legislativos/administrativos que obstam ao vínculo do cidadão português migrado e emigrado com a sociedade, economia e política portuguesas, estes continuam a enviar remessas para Portugal (aumento de 7% em 2014). Inúmeras empresas de portugueses no estrangeiro fazem parte do trabalho “au noir” e encaminham esse dinheiro para os bancos portugueses (tal como os belgas fazem no Luxemburgo). As autoridades competentes portuguesas devem perceber o potencial económico dos trabalhadores portugueses migrantes e emigrantes para a economia portuguesa. é indissociável o aspeto de incentivar o vínculo de cidadania destes cidadãos, para que eles não se afastem de Portugal (os casos de renúncia de nacionalidade aumentam). Seria fácil aproveitar o potencial económico dos vários milhões de portugueses no estrangeiro. Na Europa do mercado único, por exemplo, nada nos impediria de fazer os seguros a partir de Portugal, nem de obter crédito para comprar casa no estrangeiro via as nossas instituições bancárias (nesta altura faz-se justamente o contrário). Assumirmos sem rodeios aquilo que somos ou seja um povo que é conhecido pelas suas capacidades na construcçao civil e nas limpezas. Neste momento estimo a mais de 50% de pequenas e médias empresas nos dois sectores em Países tais como Luxemburgo e Suiça e percentagens extremamente grandes em Países como a Alemanha, a França, a Belgica, o Liechenstein, etc. Produzir produtos para estes dois sectores e invadir os mercados através desta rede de empresas. 1.1 Outra sugestão : programas profissionalizantes de formação secundária com ligação direta às empresas de portugueses por esse mundo fora. 2. um emigrante normal não tem o direito de renovar o seu CC no consulado se tiver a morada portuguesa, mas se for funcionário UE já o pode fazer. Esta possibilidade deveria ser acessível a todos os cidadãos portugueses.

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