Luis Dias

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Crescente desigualdade. Máquina fiscal indiferente ao impacto social das medidas que implementa. Impossível planificar para o médio prazo.
1. Trabalhar para fazer aprovar lei da república que limite em X % a tributação máxima dos rendimentos do trabalho (em sede de IRS) para um período equivalente a duas legislaturas. (para análise , debate e conclusões)

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Reduzida natalidade. Crescente dificuldade das famílias com menores rendimentos para planificar a médio prazo a sustentabilidade da sua própria família
1. Trabalhar para fazer aprovar lei da república que obrigue o estado a suportar – nos primeiros N anos de vida – os custos com nascimento, saúde e educação das crianças de famílias com rendimento anual inferior a Y Euros (para análise, debate e conclusões)

Área programática: Política económica e coesão territorial
O empreendedorismo e todas as atividades da área da economia social, podem constituir a nível local um ótimo fator para alavancagem da economia. Mas para tal tem de ser informado,inteligente e monitorizado.
1. Trabalhar para fazer aprovar lei da república que estabeleça uma fiscalidade compatível com o desenvolvimento da economia local (fiscalidade azul !). Algo que nos 3 a 5 primeiros anos de novas micro empresas e/ou empresários em nome individual – com projetos reconhecidos de interesse para a autarquia onde se inserem – as isente de pagamento de IRC, proporcione crédito exclusivamente para gestão de tesouraria com juros apenas de 0,5 a 1% acima do juro conseguido pela banca e proporcione 50% de redução de custos de eletricidade. (para análise, decisão e conclusões)

Estas são algumas das muitas questões cuja exequibilidade dependem não necessariamente do “aumento das despesas do estado” mas sim de uma nova visão sobre a forma de “repartir o dinheiro do estado”. Com a mudança de paradigma da sociedade atual, era bom que os novos partidos, apresentassem novas ideias (outras soluções) sobre problemas conhecidos. É a partir da realidade de “hoje” que devemos perspetivar o amanhã. A simples repetição de frases feitas sobre o que está mal ou o que se perdeu nos últimos anos já não “vende” ! Espero que os responsáveis do Livre/TA tenham a perspicácia e a coragem de colocar as coisas de forma transparente e inteligente. Receio que a gestão da informação que vai sendo produzida não esteja a ser eficazmente trabalhada.

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