Tiago Lemos

Área programática: Política Externa, Europa e Defesa
Saída da Alemenha do Euro e/ou da UE
Sendo a Alemanha um país que originou duas Guerras Mundiais, e cujos danos foram generosamente perdoados pela generalidade dos países da sociedade ocidental, a posição germânica no contexto internacional, em especial na UE, é inaceitável. Com uma chanceler democraticamente eleita que é constantemente arrogante para com os países do Sul da Europa, e um Ministro das Finanças que tem uma atitude quase ditatorial, altamente punitiva e nada conciliadora, defendo a saída da Alemanha do Euro (e em último caso da UE), caso não haja uma mudança de políticas.

Área programática: Política económica e coesão territorial
Retirada de Direitos a Bancos
Os casos BES, BPN, BPP e BCP mostraram-nos que o nosso sistema bancário tem demasiados privilégios para quem falha tanto. Assim, defendo uma retirada radical da autonomia dos bancos, mais intervenção estatal na gestão dos bancos privados, defesa dos direitos dos depositantes. Defendo ainda o confisco de bens de administradores e acionistas de bancos que faliram, bem como a retirada de pensões a estes gestores. Por último, uma pessoa que não queira ser cliente de um banco, por não acreditar no sistema, pode fazê-lo, pelo que as empresas devem encontrar formas alternativas de pagar os salários; não ser cliente de um banco também não pode ser motivo de exclusão numa eventual candidatura de emprego.

Área programática: Política Externa, Europa e Defesa
Incentivos a Negociar com Países Democráticos
Atualmente há uma aposta clara na internacionalização da nossa economia, o que me parece correto. Todavia, o estado deve tentar “balizar” os países com os quais Portugal faz negócios, não vendendo ativos importantes a investidores que enriqueceram em contextos corruptos e ditatoriais. Assim, e ao mesmo tempo que o estado ajuda os nossos empresários (especialmente das PME) a crescer com trocas comerciais com países em que a democracia é inquestionável, é responsável ir diminuindo a atividade comercial com países como Angola, Rússia, China ou Venezuela, bem como os países árabes em que os direitos das mulheres são constantemente desrespeitados.

Além destas propostas, que julgo que vão de encontro a ideologias de esquerda, eu defendo muitas outras coisas que podem parecer mais de direita, já que embora eu me considere mais de esquerda, acima de tudo opto por concordar com aquilo que ache que está certo. A ideologia a mim diz-me pouco, o que quero é que as pessoas vivam melhor, que o meu país seja mais justo e próspero e que haja cada vez menos interesses instalados.

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