António Gonçalves Pereira

Área programática: Políticas redistributivas
Responsabilização criminal e patrimonial dos governantes que trouxeram o país até esta situação
Chamem-lhe caça às bruxas ou que quiserem. Desde sempre que reina em Portugal a total impunidade dos responsáveis pela gestão ruinosa, criminosa, do interesse público. Está na altura de apresentar um pacote legislativo que acabe com estas im(p)unidades para o futuro e que permita responsabilizar criminal e patrimonialmente os políticos que entregaram monopólios de serviços público a interesses privado-parasitas, os que assinaram PPP’s ruinosas, os que levaram o deficit público aos valores desastrosos actuais, os que prometeram uma coisa e comprovadamente fizeram o contrário, etc. Esses patrimónios deverão reverter para todos, para um Estado que realmente nos represente.

Área programática: Políticas redistributivas
Leis de Serviço Público
Propôr um pacote legislativo que obrigue as empresas de serviço público, como a EDP, por exemplo, a pautarem a sua acção por regras de verdadeiro serviço público, que não impeça algum lucro, mas que pare com esta autêntica roubalheira que permitiu, novamente por exemplo, que a EDP tenha tido lucros nos 3 primeiros anos que permitiram já recuperar o (ridículo) investimento inicial. São mais de 250 Euros A MAIS roubados a cada família portuguesa por ano. As empresas que caiam em incumprimento deverão passar em 51% para o controlo estatal, de todos nós.

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
Recuperar as forças policiais
Neste momento já temos pouca polícia e, sim, várias centrais de facturação. A actuação das polícias de trânsito, exemplo mais gritante, é absolutamente deplorável, socialmente criminosa. Se acontecesse um mês portarmo-nos todos bem, conseguindo evitar todas as coimas, as polícias deixavam de ter dinheiro para pagar ordenados e reparar viaturas. Isto é uma absoluta subversão do princípio para o qual queremos ter forças da ordem. O Estado não pode agradecer, e incentivar, que caiamos em infracções – o seu papel deverá ser prevenir e ajudar-nos a evitá-lo. Há que fazer um grande trabalho de reposicionamento moral dos agentes, dotar essas entidades das verbas necessárias, e prevenir, motivar, apoiar os cidadãos ao invés de estar a seguir à esquina à espera para lhes tirar comida do prato.

Estes mesmo princípios deverão ser aplicados à justiça, à educação, à saúde. Queremos serviços públicos básicos de qualidade para todos, e quem tiver dinheiro que contrate serviços de luxo. Esvaziar qualitativamente o Estado para obrigar-nos a ir contratar esses serviços aos interesses em redor dos politiqueiros é criminoso e deve ser parado já. Vide ponto 1, também se aplica. Queremos votar nas políticas, não no melhor aldrabão. Quero funcionários públicos com espírito de missão e reconhecido mérito a reger o país, fazendo o que todos determinarmos em referendos periódicos, e não quem melhor mente em campanha, como até agora. Quero ser cidadão, um dos 10 milhões de patrões do governo de Portugal. Estou muito farto de ser apenas contribuinte. Até porque apenas temos contribuido para sustentar bandidos e suas leis agióticas que vão esvaziando o Estado daquilo para que pagamos impostos. Nunca pagámos tanto para ter tão pouco.

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