Daniel Santos Lopes

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
Como é possível ser permitido um político, em exercício de funções, acumular funções em altos cargos administrativos de outras empresas? Mesmo quando existem óbvios conflitos de interesses?
Legislar e regular a acumulação de cargos para políticos em exercício de funções. Não permitir que um político possa ter sequer a hipotese de favorecer, ou prejudicar, qualquer entidade onde ele (ou a sua família direta) possua activos ou cargos de administração. Tornar as presenças na Assembleia da República obritatórias, de forma a que não seja permitido o “excesso de tempo livre” durante o seu horário laboral. No fundo, colocar mais trabalho e mais responsabilidade à classe política (toda).

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
Porque não se responsabiliza a classe política por erros cometidos durante o exercício das funções?
Proponha a criação ou alteração (caso exista) de uma lei que responsabilize os políticos pelas acções que tomaram no exercício das suas funções. Trata-se de um trabalhador como todos os outros e, como tal, se erra deve ser responsabilizado e, caso se verifique, acusado e julgado, pois as suas ações afectam, ou podem afectar, a vida de milhões de pessoas. (Nada tenho contra cometer erros, todos o fazemos. Estou é abertamente contra a leviandade com que se toma medidas em Portugual, onde se percebe perfeitamente que sentem que quer corra bem, quer corra mal, para a pessoa responsável tudo vai ficar na mesma. Isso tem de acabar, na minha opinião)

Área programática: Justiça, Estado e Administração Pública
Acabar com os luxos da classe política, suportados pelos contribuintes.
Carros, motoristas, refeições (na AR), benefícios fiscais, ajudas de custo, etc.. para a classe política. Devem ser revistas (muito) em baixa. Ajustar o orçamento baseado, por exemplo, no crescimento económico país e na necessidade real da classe política, não na “necessidade ideal”. Se querem mordomias, que lhes seja apresentada o respectivo preço e opção de pagamento por débito direto. (peço desculpa pela piada, não resisti)

Se não há para um, não há para ninguém. Terminar com a política de “2 pesos e duas medidas”. Se o país está em crise, estamos todos em crise e não só alguns. Independentemente do valor monetários destas diferenças, esta disparidade tem de acabar, não é justo viver em sociedade onde todos dão para alguns.. Todos dão para todos e quando não há para todos, todos cortamos para que dê. ps: posso ter escolhido a área política errada nos problemas que apresentei. Não me considero minimamente especialista em política e, como tal, escolhi a opção que me pareceu fazer mais sentido. ps2: De um Português para outro(s), obrigado pelo que estão a tentar fazer pelo nosso país. Da minha parte têm a garantia que vou fazer de tudo para fazer chegar a vossa mensagem ao máximo de pessoas possíveis. Melhores cumprimentos

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