Liliana

Área programática: Política económica e coesão territorial
Regionalização
A desertificação e o abandono do interior e do sul de Portugal é um prolema muito sério. A regionalização é um debate político que ainda está longe de contentar a maioria dos portugueses, mas talvez pequenas mudanças possam fazer diferença. Eu propunha a deslocação para várias regiões de serviços/instituições públicas/ministérios. O ministério da agriÁrea programática: Cultura podia muito bem ir para as Beiras ou Trás-os-Montes ou alentejo, as pescas para o Minho ou zona costeira a norte de Lisboa, o da Educação para o Porto entre inúmeras outras instituições que fazem muito mais sentido fora de Lisboa. Não só as pessoas sentiam os órgãos decisores mais perto de si como iria implicar a movimentação de pessoas e certamente fomentaria o desenvolvimento das regiões mais esquecidas.

Área programática: Saúde
Incapacidade de resposta do serviço público
Uma medida que naturalmente resolveria muitos problemas é a contratação de mais profissionais de saúde. Mas acho que teria que haver uma maior controlo dos profissionais que fazer a gestão dos serviços de saúde. Em qualquer unidade a administração teria que ser partilhada pelo menos por um gestor, um administrativo e um representante de cada classe profissional de saúde.

Área programática: Trabalho, proteção e segurança social
Empresas de recursos humanos
A par dos recibos verdes estas empresas de contratação de pessoas têm sido as maiores responsáveis para a banalização e desvalorização do trabalho em Portugal. Naturalmente não seria democrático ilegalizar este tipo de empresas mas estas deveriam funcionar exclusivamente em regime temporário. Ou seja, deveriam apenas contratar por curtos períodos de tempo para cobrir um profissional que vá de baixa, um trabalho que seja temporário, etc. Estas empresas enriquecem à custa dos trabalhadores de uma forma escandalosa, ficam com praticamente metade do dinheiro que cobram à empresa que as contrata. É uma forma moderna de escravidão

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